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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

AONDE SE HOSPEDAR EM SALINÓPOLIS, PARÁ, BRASIL




Aonde se hospedar em Salinópolis, Pará, Brasil?



Pousadas e Hotéis em Salinas.

Vamos compartilhar com vocês alguns hotéis e pousadas para se hospedar em Salinas no estado do Pará, Brasil. Desde os mais baratos aos mais caros, e os mais simples aos mais sofisticados.







 Não sabe onde ficar em Salinas? Para muitos a escolha do hotel é primordial para sua acomodação no lugar da viagem, algumas pessoas ficam frustadas em escolher um local para se hospedar, que não seja muito compatível com suas expectativas, é pensando nisso que expomos aqui nossas experiências ao longo de nossa passagem por essa cidade linda, Salinas.

Encontre aqui:

Pousadas e Hotéis em Salinas.



Olá pessoal!

Desta vez, minha rota foi em Salinópolis, então, vamos conhecer um pouco mais desse paraíso salgado?

Salinas é o município do nordeste do estado do Pará, com praias de areias brancas e finas, tendo como maior característica a água salgada, pois é banhada pelo oceano Atlântico. Para chegar até Salinópolis ou carinhosamente chamada pelos paraenses de Salinas, você pode ir de ônibus interurbano, com saída pelo Terminal Rodoviário no bairro de São Brás em Belém do Pará ou alugando um carro e levando sua família, pois são 220 km de Belém e aproximadamente 4 horas de ônibus. Os transportes são bem confortáveis com ar-condicionado e poltronas flexíveis e você pode optar por ir olhando as paisagens ou ir descansando durante a viagem toda. É um dos municípios mais procurados no veraneio em Belém por ser mais distante e por possuir uma enorme estrutura para turísticas, sem falar que as pessoas que frequentam Salinas, a maioria possui casa de praia lá e preferem passar férias com a família. A praia atrai bastante pessoas de classe média e alta, que procuram esse tipo de praia para ostentar carros e motos.

Laudy e Jerome experimentando pela primeira vez Salinas 


Pois é, eu tive a oportunidade de conhecer o município de Salinas e poder contar minha experiência aqui pra vocês. Já amei logo, porque eu fui numa temporada baixa e que não havia muita gente por lá. Quem me acompanha no blog sabe que eu adoro lugares tranquilos e baixas temporadas, mas nada me impede de explorar lugares mais agitados pelo Brasil e no mundo.


Desta vez, meu destino escolhido foi a cidade de Salinas no estado do Pará. Como eu ainda não conhecia a cidade eu estava muito ansiosa para conhecer tudo e louca pra chegar e compartilhar tudo aqui no blog. Então, comecei a pesquisar na internet, uma semana antes de viajar sobre hotéis mais baratos  para hospedagem, porque nós gostamos de estar mais fora do hotel que dentro. Ir pra praia e ficar entocada em hotéis não é legal, principalmente para quem é Blogueiro e Youtuber como eu, compartilhar nossas experiências já faz parte do nosso roteiro, por esse motivo que eu não poderia deixar de não conhecer Salinas. Quem vem a Belém e não conhece Salinas é porque ainda não sabe a rota predileta dos  turistas paraenses. Então, aconselho você a entrar de paraquedas em Salinas e passar mais do que 3 dias e mergulhar nessa viagem. Tem muitos lugares bons para conhecer lá e hotéis excelentes.


Na verdade, eu não queria ir pra Salinas, eu queria ir pra Marudá, pois me falaram que lá é bem legal e rústico, estilo Ilha de Cotijuba no Pará. Mas quando eu pesquisei hospedagens lá, eu achei muito caro, pois os hotéis que eu pesquisei não tinham Wifi, não aceitavam cartão de crédito e outras desvantagens que é viajar para locais rústicos, onde você é obrigado a ficar praticamente desconectado do mundo. Verdade, não é exagero meu, não. Bom! Não foi dessa vez que eu e meu esposo conseguimos ir a cidade de Marudá e talvez não era pra ser e eu amei por optar por Salinas, eu queria muito conhecer a tão falada água salgada que em Belém não tem. As praias em Belém são de água doce, água de rio, eu fiquei muito empolgada com a idéia de poder visitar um lugar que eu ainda não conhecia antes e diferente de tudo que já vivi. Praia tem em todo lugar mas Salinas é diferente, pelo simples fato de ser bem perto de Belém e possuir uma área extensa de praia salgada e ondas de até 2 metros de altura, bom pra praticar surf e pular ondinhas.
Eu fui na companhia do meu esposo Jerome, o que deixou a viagem mais romântica e atrativa, quem é que não gosta de viajar na companhia do maridão?
A minha preocupação era de escolher um local bem estruturado com Wifi, pois ele necessitava para publicar fotos nas mídias sociais e em seu blog.

Eu sabia que eu iria encontrar alguns obstáculos, mas que tudo ficaria melhor quando eu chegasse lá. viajar para um lugar que você não conhece, sempre dá aquela angustia e muitas dúvidas, mas é assim mesmo, quem não sente aquele friozinho quando viaja para lugares desconhecidos que atire a primeira pedra? 


Então, eu pesquisei hotéis mais baratos e achei o Hotel Ilha do Sol, eu fiz  nossa reserva lá por 2 dias, porque no site da Booking dizia que o hotel disponibilizava café da manhã e Wifi grátis. Além disso, nós queríamos ficar perto da praia e pensávamos que o hotel era próximo da praia, visto pelo mapa que nós pesquisamos, parecia ser próximo. Chegamos no dia reservado no hotel que fica na Estrada do Atalaia, quadra 84, lote 5 em Salinas.  O hotel não fica na praia e você precisa andar 30 minutos até chegar a praia do Atalaia, a principal praia da cidade fica há mais ou menos 1 km até a praia. Pra quem vai de carro pra Salinas é muito bom optar por este hotel, eu recomendo pois possui piscina, Wifi, quartos para solteiros, famílias e casais, possui estacionamento próprio, as dependências do hotel é muito bem organizada. É um hotel familiar com bom atendimento e numa boa localização, parece mais como uma pousada, possuindo serviços de limpeza do quarto grátis. 


Segue abaixo mais fotos pra quem quiser se hospedar lá.


HOTEL ILHA DO SOL

Fachada do Hotel Ilha do Sol


Vista na frente do hotel

Salão de recepção e café da manhã

Área interna com garagem


Apartamentos estilo chalés


Suite com cama de casal e de solteiro


Suite para casal

Suite 102 à 106 casal com beliche para grande família ou grupo de amigos

Nós queríamos ficar mais dias no hotel, mas sem carro não tem condições de explorar a cidade. Estávamos insatisfeitos por esse motivo mesmo.


Na pista logo a frente tem uma parada para o ônibus e é um local de fácil acesso as principais praias. Os ônibus comuns que transitam para as praias circulam de 20 em 20 minutos, dependendo da temporada o tempo de espera pode ser menor.


O ônibus interurbano que nós viemos não nos deixou na praia do Atalaia, tivemos que descer na Avenida Dr. Miguel Santa Brigida e pegar um outro ônibus para chegar ao hotel e a praia também.


Nós fomos na baixa temporada antes de um feriado prolongado. Então, nós decidimos mudar de hotel, para facilitar nossa estadia e aproveitar bastante o momento na lá. Não que o hotel não fosse bom, mas pela distância até a praia. Nós queríamos ficar mais tempo na água, aproveitar mais a praia e curtir mais sol e mar, conhecer outros lugares também, outras pousadas e outros hotéis para compartilhar aqui tudo com vocês. Nossa experiência em mais de um hotel em Salinas era justamente pra mostrar pra vocês a realidade dos hotéis, restaurantes e as praias.


Bom, passamos três dias no hotel Ilha do Sol e fomos para o Pousada Dunas. Na pousada fomos muito bem recebido pela atendente, diferente de outros hotéis, a pousada Dunas é um ambiente simples mas acolhedor, ambiente super aconchegante, sem falar nos quartos que são enormes e possui uma cama de casal e outra de solteiro. Nós ficamos neste hotel porque fomos muito bem recebidos e fica próximo da praia. Queríamos tanto ter aquele contato direto com a praia e a pousada Dunas nos proporcionou isso. Estávamos num ambiente mais simples mas estávamos felizes de poder estar mais próximo da praia, com aproximadamente 10 minutos ou até menos. Estamos compartilhando pois nós estivemos realmente nesses locais para conhecer mais a cidade e suas belezas. Boa gente! gostamos tanto do hotel Dunas que só voltamos porque o Jerome precisava viajar e ele já tinha comprado a passagem de volta. Queríamos ficar dois dias lá e ficamos 4 dias aproveitando o máximo Salinas.


Então você pode estar pensando porque vocês não escolheram ficar na pousada Dunas logo quando chegaram na cidade. Porque a comunicação com a pousada Dunas é difícil, esta é a desvantagem desta pousada,  nós ligamos para a pousada, mas não conseguimos falar com ninguém de lá.  O site estava desativado no momento e não conseguimos se comunicar mesmo.


As dependências da pousada são muito boas, com escadas para subir ao andar superior e garagens para estacionar carros ou motos. Não possui piscina e nem disponibiliza restaurante, somente café da manhã. Nos sentimos mais a vontade nesta pousada, por ser uma pousada mais acolhedora. Na verdade, eu não tenho muito do que reclamar dessa pousada, adorei passar meu tempo lá e se fosse pra voltar novamente eu ficaria lá de novo. Claro que o atendimento nas pequenas pousadas precisam melhorar muito, não só em Salinas como em outros lugares no Pará. Nosso quarto era de frente para rua principal que dava acesso às principais praias de Salinópolis, como a Praia do Farol Velho  e Praia do Atalaia.


No quarto que nós ficamos,  tinha banheiro amplo com chuveiro, pia e vaso sanitário tudo lajotado.  No quarto havia uma sacada individual que fazia frente pra rua, frigobar, central de ar condicionado, duas camas, uma de casal  e outra de solteiro. Uma estante enorme pra acomodação de objetos e acessórios, uma mesa na área externa da sacada.
Um corredor que fazia frente para interior do hotel servindo também de sacada. O que nós não gostamos foi que quando chovia molhava a janela e entrava água pela janela do quarto e a sacada ficava toda molhada também. Mas nada tão assustador quanto um tsunami. As janelas são de vidro com madeira e a água da chuva entrava pela janela, e molhava o chão, com a força da chuva, molhou a cama de solteiro. O melhor quarto eram os dois quartos que fazem frente pra rua principal. Todos os quartos de cima tem sacada mas fazem frente para a garagem da pousada.



Gente,  eu adorei muito a hospedagem, mesmo sendo simples, outra fato que aconteceu, foi que nós chegamos na baixa temporada com transição para alta temporada. Até o período do feriado, vimos os dois lados da praia de Salinas, a parte em que as praias estavam pouco movimentadas e outra parte que as praias estavam lotadas, vimos a migração e o movimento da cidade antes, durante e depois do feriado, isso foi demais. Outro fato interessante que nos surpreendeu foi que na noite do dia do feriado Salinas estava lotada de turistas, cada um traz seu carro e a disputa é quem tem o som mais potente, então, optar pelos dois quartos da frente em temporadas altas, você precisa saber logo que não vai descansar nenhum minuto, pois parece que a caixa de som esta no quarto e não na rua. Pra quem quer ir pra dormir a pior coisa é ficar nos primeiros quartos da Pousada Dunas. Melhor mesmo é se arrumar e se juntar com eles também.

Mesmo sendo pouco tempo para planejarmos a viagem a Salinas, nós tivemos visitando alguns hotéis e gostaríamos muito de compartilhar aqui.

Nós estivemos visitando algumas pousadas, foi visita rápida, algumas nós não conseguimos entrar, pois, não tínhamos permissão para filmar e fotografar dentro e só conseguimos fotografar externamente, gente eu estou contando aqui minha experiência sobre pousadas porque realmente é difícil encontrar gente falando verdadeiramente dos locais que ficaram hospedados e suas experiências, e as vezes o que pode ser bom e legal pra mim não é bom pra vocês. Então, com as fotos e filmagens que eu tenho, vocês podem tirar suas próprias conclusões baseado nisso.


Vou listar alguns hotéis e outros eu vou falar mais especificamente, pois tivemos liberdade pra conhecer melhor, vou listar dos melhores para os piores em todos os termos e de acordo com minha experiência em cada um deles.


Primeiramente apesar de eu não ter ficado no Hotel Atalaia Inn, foi um hotel que nos atendeu muito bem, pois paramos lá para almoçarmos antes de voltarmos pra Belém, a estrutura do hotel é muito boa, quanto ao nosso atendimento foi muito agradável, é  um hotel mais sofisticado em plena Praia do Farol Velho. Deste formato de hotéis são muito comuns por aqui, mas como tudo tem seu preço e os preços não são tão caros se comparados com o que eles oferecem. Se eu fosse optar mais uma vez por ficar em um hotel, eu ficaria sem dúvida no Hotel Atalaia Inn, recomendo demais, o local possui quartos sofisticados. Na realidade, esse hotel fica lotado na alta temporada, e quem se hospeda aqui são pessoas de classe alta e turistas de outros países principalmente, pois quando chegamos, encontramos 3 pessoas da Austrália lá, eles foram muito simpáticos conosco, nativos de Belém do Pará. O nível de pessoas são outro, para quem gosta de glamour e espaços mais reservados. O bom do hotel é que tem vista pra praia do Farol Velho, e uma praia mais reservada e possui menos pessoas.


Segue algumas fotos abaixo:

Hotel Atalaia Inn


Vista do Hotel Atalaia Inn


Área interna do hotel


Corredor do andar superior do hotel

Apartamento Standart com cama de casal e de solteiro

Apartamento com cama de casal e de solteiro
Suite dupla com dois  andares, um térreo e um no andar superior com sacada e vista beira mar.



Andar superior da suíte 
Vista da suíte beira mar


A Pousada Dunas como já falei, fica em segundo lugar apesar de sua simplicidade e aconchego, coloco ela em segundo lugar pois estivemos lá por três dias seguidos e na verdade não queríamos voltar mais pra Belém. Kkkk. Como já citei anteriormente, a pousadas Dunas possui uma excelente localização com uma boa estrutura de quartos para solteiros, casais e famílias. A vantagem é que ela possui quartos amplos e confortáveis com ar-condicionado, frigobar e TV de Led, sacada de frente para rua principal e o que não podia deixar de citar é a conexão Wifi muito boa, eles aceitam cartão de crédito Visa e Mastercard, camas para casal e solteiro. Aproximadamente 10 minutos da praia do Atalaia e 20 minutos da praia do Farol Velho andando. Excelente café da manhã e grátis. A desvantagem é que apesar que eu não gosto de piscina, eu acho que a pousada Dunas deveria ter uma área com piscina, área de lazer. Segue abaixo algumas fotos:

Pousada Dunas

Frente da Pousada Dunas


Área interna da garagem


Rua principal




A Pousada Ilha do Sol é muito confortável! É pra aquelas pessoas que levam suas famílias e querem curtir a piscina e conforto ao mesmo tempo. Possui quartos desde os mais simples aos mais confortáveis e dos mais baratos aos mais caros. Bom ficamos num apartamento com TV analógica, frigobar, ar-condicionado, banheiros e uma cama de casal, com café da manhã grátis. Não possui restaurante mas tem uma loja de conveniência na área de lazer da pousada e balanços para crianças brincarem.



Segue abaixo fotos de outras pousadas e hotéis que nós conseguimos tirar fotos só pela parte externa para mostrar mais opções de escolhas, algumas fotos possui o contato da pousada ou do hotel e quem tiver interesse é só ligar diretamente para o contato telefônico deles. Algumas dúvidas e sugestões sobre locais que você gostaria de ficar mas precisa daquela forcinha de alguém que já visitou e conhece essa região de Salinas é só deixar seus comentários abaixo que com certeza responderemos em breve. 

Essas são minhas conclusões do que eu vivi em Salinas em alguns hotéis, críticas ou sugestões por gentileza deixar nos comentários abaixo, teremos um prazer em respondê-los. E se quiser conhecer mais sobre pousadas e hotéis em Salinas no Pará é so se inscrever no nosso canal no youtube Brasil 2 Brazil Travel.




Próximo a orla do Maçarico

Estrada do Atalaia, próximo a praia do Atalaia


Estrada do Atalaia, próximo a praia do Atalaia





Oberservação: Eu não sou gosto muito de colocar logo marcas em minhas fotos. Essas fotos são exclusivas do blog Brasil 2 Brazil.  Se alguém quiser utilizá-las por gentileza colocar os créditos do blog. 

terça-feira, 2 de maio de 2017

Por que a Ilha do Combu é o refúgio para os turistas?

Travessia do Rio

Se está pensando em viajar a #Belém e se isolar do mundo, está tarefa é muito fácil. Antes de partir para essa aventura, não se esqueça de pousar no aeroporto internacional de Belém, localizado na Av. Júlio Cesar no bairro Val-de-cans no estado do #Pará.  Para quem não conhece  a cidade, pegue um táxi que custa em torno de R $ 60,00 reais e  em trinta minutos você estará no centro de Belém, onde ficam localizados a Estação das Docas, mercado do Ver-o-peso, Forte do Castelo, Mangal das Garças, Museu Emílio Goeldi  e entre outros pontos turísticos da cidade. Se você esta pensando em fazer muito além do que seus pensamentos desejam encontrar, quer fugir do barulho e da correria da metrópole da Amazônia para cidadezinhas do Pará.  Este aqui é seu lugar! Vamos lá que eu te levo até uma ilha fantástica, pertinho de Belém.

Loja de artesanato


Depois de tanto pesquisar e ouvir sugestões desta ilha,  eu @Brasil2brazil, meu esposo @jeromeshaw  e a  minha irmã @eloizabeckman  resolvemos embarcar  aqui mesmo na Ilha do Combu, tarefa nada fácil, pois éramos marinheiros de primeira viagem, não sei porque mas sempre minhas primeiras viagens me deixam muito ansiosa e um pouco apreensiva. Me enchi de questões para poder responder se eu realmente queria ir conhecer a ilha, não por mim mas pelo Jerome, eu queria muito que ele conhecesse este lugar antes dele ir de volta para sua terra (EUA), fazer e planejar  roteiros diferentes do que eu havia feito antes foi uma tarefa difícil, porque nas regiões em Belém, pelo o que eu conheço não dispõe de Wifi, o que a maioria dos turistas esperam, é o básico pra eles, típico de países de tecnologia de ponta. Belém vem se desenvolvendo aos poucos numa lentidão só.  Mas ir pra uma ilha e se afogar no Wifi, não tem graça nenhuma, eu simplesmente mergulho no lugar e não tenho tanto tempo pra postar, claro que sempre quando eu tenho um tempinho de sobra eu sempre estou atualizando meu Instagram e compartilho tudo com vocês no @Brasil2brazil, isso porque eu gosto do #Instagram para postar fotos, as pessoas interagem mais e participam mais de suas postagens, são gente como a gente, que está por aí perdido em algum lugar do mundo em busca de novidades para compartilhar com seus seguidores. Como eu adoro conhecer novos lugares, cada um mais lindo que o outro, eu acabo perdendo horas do meu tempo trabalhando no Instagram e fazendo mais que um hobby, entreter e curtir  ainda mais juntos com todos que me seguem lá.  A vida de traveler/viajante  é cheia de curiosidades e por mais que você conheça o mundo, sempre tem aquele lugar que você nunca sequer ouviu falar, foi o que aconteceu conosco. Jerome não imaginava que a ilha escondia seus encantos e se apaixonou por esse lugar, não só ele curtiu bastante mas eu e minha irmã também nos divertimos muito nesse pedacinho do paraíso. 

Trilha na floresta 


Antes de tudo, tive que tentar falar com o pessoal do restaurante, eu enviei mensagens pela página deles no Facebook, primeiro enviei pra @saldosamaloca que me informou que deveríamos reservar antes de ir pra lá, eu não sentir muito feedback do restaurante porque eu estava cheia de dúvidas e queria que eles me esclarecessem melhor, fiquei sem resposta e achei melhor procurar outra opção, entrei em contato com o restaurante Solar da Ilha, depois de eu pesquisar muito. Foi o restaurante que mais me deu feedback e eu adoria ter ficado lá, eles tentaram ligar para meu celular, mas não conseguiram, mesmo assim conversei com algum funcionário do restaurante por meio da página de chat do Facebook, desde aí eu já me sentia a vontade com eles, sem mesmo ter ido no local, eles foram muito atenciosos comigo. Eles me informaram o local que eu deveria pegar o barco, me enviaram um mapa informando como chegar até o porto. Desde já eu estou agradecida pela atenção e estou ansioso para  compartilhar com vocês minha experiência no Restaurante Solar da Ilha em breve.

interior da loja de artesanato

Depois de muito procurar restaurantes eu decidir ir ao porto da Praça Princesa Isabel no bairro da Condu, pegar o barco e   partir pra ilha, a viagem do bairro da Campina até ao porto durou em média 10 minutos e custou R $ 20,00 reais depois de muito pinchichar. O motorista não sabia que iria um gringo a bordo, essas é uma das dificuldades de gringos no país, os preços são exorbitantes e eu tenho prova disso, pois eu geralmente negócios os valores para ele. Então, já fui logo percebendo que o lugar para onde eu ia pegar o barco não era tão receptivo para turistas e nem pra o nativo daqui. O motorista me informou para eu não demorar pegar o barco e tomar cuidado com o local, aí eu já comecei a pensar num filme de suspense, todos que eu olhava seriam suspeitos, o jerome carregava máquinas potentes para fotografar, celulares, iPad e   outros matérias para trabalho também,  então eu me preocupei um pouco, só um pouco e quando eu desci do carro eu já disse: corri neguinho, seria a palavra chave para pegarmos o barco logo mas jerome não entendeu muito bem e ficou por ali fotografando e filmando. O que posso falar é que o Porto é perigoso, mesmo tendo um grande fluxo de pessoas partindo para as ilhas, então cuidado nunca é demais.  Parei para falar com um barqueiro que estava esperando passageiros e  perguntei qual o barco ia para Solar da Ilha e o rapaz respondeu, cada um vai pra lugares diferentes, o que eu não tinha percebido é que todos vão com o mesmo itinerário para deixar as pessoas nos restaurantes e com o objetivo de dividir o pão, eles dividem as pessoas por restaurantes para distribuir melhor pacificamente.

Árvore de Samaúma


A passagem custa R$ 5,00 reais por pessoa e você escolhe entre barcos ou lanchas. Fui para ficar no Solar da Ilha, quando cheguei lá,  depois do passeio de barco maravilhoso, eles não tinham vaga disponíveis para manhã, a empresa havia me falado que a tarde seria melhor para conseguir reservar. As vezes as pessoas que vem pela manhã não ficam a tarde. Mas não é muito certo pra conseguir uma vaga no Solar da Ilha. Quando cheguei eu não quis ficar lá, pois eu fui pra almoçar e esperar até a tarde para conseguir vaga eu não sentiria muito bem no momento, resolvi tentar ir no Saldosa Maloca, pois  o guia do barco havia aconselhado lá e ele tinha certeza que lá eles teriam vagas disponíveis naquele horário.  Ambos os restaurantes reservam mesas, é só entrar em contato pelos telefones com atencedência.

Suco de laranja natural

Cheguei no Saldosa Maloca e realmente eles tinham vagas, fui logo verificar se tinha vaga mesmo e marcar local enquanto Eloiza e Jerome registravam tudo em fotos e vídeos.  Entrei e pedi para petiscar um filé da ilha, composto com filé de carne, vinagrete e farofa enquanto esperava o peixe grelhado com arroz e salada. A comida realmente é deliciosa e possui um forte sabor regional. Para drinks pedimos suco de maracujá, laranja e cerveja. Adorei meu suco, apesar de gostar de suco de cupuaçu eu pedi o suco de laranja pois eu estava gripada e eu necessitava de vitamina Carlos naquele momentos. Meus sabores preferidos são o cupuaçu, laranja,  por conter açúcar natural, taperebá, graviola e maracujá. Se eu não conheço o local, eu não atrevo-me a pedir diferentes sabores para eu não ter surpresas desagradáveis. 

Passarela
Enquanto eu  esperava o peixe, eu degustava o filé, só que eu perdi muito tempo esperando ele ficar pronto, pois eu queria ter ido antes na trilha ecológica que eles dispõe nos fundos do restaurante. O restaurante   possui balanço para as crianças, lojas para comprar lembrancinhas, para quem não trouxe o biquini, na loja eles possuem saidas de praias e peças para banho, pois lá possui estrutura para tomar banho no Rio Guamá, eu não tomei banho mas vi as pessoas se divertindo muito no rio. O  rendário para as pessoas descansarem na rede, paga-se R $ 10,00 reais por uma hora e você pode descansar depois de tomar aquele saboros açai. 

a frente da loja de artesanato


Depois de comer o peixe grelhado, formos fazer o pedido do amigo do Jerome para nosso casamento. Eu gostei da idéia pois eu não havia visto nada igual. No envelope ou embalagem possui pedaço de papel vermelho no tamanho quadrado, possui muitos papéis com o mesmo tamanho.  O objetivo é o seguinte: você escreve o que você deseja para seu esposo, pra você ou para seu futuro.  Você pode escrever quantos pedidos você quiser e quantos desejos você queira que se torne verdade. Fizemos um vídeo fazendo esse pedido e o Jerome me ensinou como fazer. Primeiro pegue o pedaço de papel e escreva o seu desejo, pode ser vários num só papel ou em cada pedaço de papel, você decide o melhor, depois você amassa bem  o papel na mão e abra-o para enrolar fazendo um  rolo de papel, depois centralize no papel para base e vá a um local aberto que possua ventilação ou vento e queime o papel antes de queimar sua mão não esqueça de soltar o papel e o seu pedido vai encontrar o seu desejo eu um lugar para ser realizado. Fizemos três vezes, pois cada um fez um pedido especial e as pessoas não estavam entendendo muito bem o que estava acontecendo ali.



Logo depois de saímos para encontrar a tão esperada trilha.  Eles chamam de trilha um espaço atrás do restaurante que possuem várias espécies da Amazônia, como a árvore da Seringueira, a Samaúma, espécies difíceis de serem encontrada em qualquer quintal. Eles possuem várias espécies de árvores num só lugar. A árvore de Cacau, Cupuaçu, Jambo, Açai, Buriti e Bananeira.  O destaque é para a árvore da Samaúma, que é enorme, só a raiz  dela mede em torno de 10 a 15 metros de comprimento ou mais. Só de olhar já tive a vasta idéia que  no total do tronco mede aproximadamente 200 metros quadrados, o equivalente a uma casa simples na área rural e não para por aí, ela possui um gigantesco tronco que você se perde com a imensidão da árvore que mais se parece um Iceberg na floresta amazônica.  Atrás da árvore possui labirintos gigantes que mais parece uma caverna e é muito perigoso encontrar por ali cobras e animais peçonhentos.  O mais apropriado para visitar a trilha é ir com calça comprida jeans e se proteger dos maruins que não são tão amigáveis às pessoas. Levar protetor solar e repelentes é a melhor opção para não voltar com mordidas de insetos. Aproveitei para brincar do desafio de se pendurar na árvore e lembrei do tempo de criança que meu maior desafio era pegar aquela manga madura no quintal da minha vovó e adorava também o desafio de descascar o fruta pão para cozinhar e depois comer no café da tarde.  Saudades dos tempos que o maior desafio era pegar alguma fruta no quintal do vizinho.



A volta pra casa era mais relaxada, depois de  uma maravilhosa tarde na ilha. Tivemos mais adrenalina na volta pra casa ensopados com o toró de chuva, pois viemos na parte detrás do barco , para não perdermos nenhum momento na travessia no Rio Guamá.
Aos poucos nos aproximamos da cidade de Belém e nos despedimos da ilha. Já estamos com saudades!




Barco à vela na ilha do Combu

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Na Terrinha dos búfalos- O Marajó

O Marajó - Parte I






Eu, Laudy Beckman do Brasil 2 Brazil Travel e meu noivo Jerome Shaw do Travel Boldly, fomos convidados a explorar a Ilha do Marajó no Pará, que até então era desconhecida aos nossos olhos. Conhecer o arquipélago do Marajó foi uma honra e um privilégio enorme, graças ao trabalho maravilhoso do Fotógrafo paraense Sr. Arthur Valente, das orientações da jornalista Sra. Benigna Soares, que  nos indicou a Pousada dos Guarás no Pará – Brasil, como sendo o melhor lugar para hospedagens e lazer. A grande oportunidade para conhecermos o Marajó foi o convite da Poudada dos Guarás, foi uma honra conhecer a cidade, as comidas típicas e a cultura desta região, embarcamos nessa idéia!





O Marajó é uma ilha rodeada de praias de água doce por todos os lados, igarapés, manguezais, fazendas e florestas, localizada na foz do Rio Amazonas, com aproximadamente 40.100 km² é a maior ilha do Brasil e  a maior ilha fluviomarítma do mundo, com uma vasta floresta e mangues, se diferenciando das outras ilhas, devido o grande destaque para o maior rebanho de búfalos do Brasil, com cerca de 600 mil cabeças, tendo como ponto forte também a arte da cerâmica estilizada herdada pelos índios, o ritmo do carimbó que contagia a todos que visitam a região. Falar em Marajó, é logo pensar nos ícones, símbolos da cidade, que são fortemente conhecidos por todos que visitam a ilha, os destaques são:  os búfalos, os pratos maravilhosos com carne de búfala, e o gostinho saboroso do queijo do Marajó, sem comparação, com especial reconhecimento pelo povo paraense, que tem como diferencial o leite de búfala, umas das riquezas amazônica que esta sendo estudada para ser reconhecida sua denominação de origem. O queijo do Marajó é um dos queijos mais nutritivos e saudáveis. Por isso a culinária marajoara conquista aos turistas que a visitam. Com aproximadamente 3 horas de navio e 2 horas de lancha do Porto do Terminal Hidroviário Luiz Rebelo Neto, localizado na Av. Marechal Hermes esquina com a Av. Doca de Souza Franco em  Belém do Pará no norte do Brasil, onde é o ponto de partida para a Ilha do Marajó. Nesta viagem, nós não fomos de barco pequeno, chamado Popopo, nome dado devido o barulho que o motor faz. Nós fomos em um navio chamado Arapari da empresa Banav, ele é muito maior que os pequenos barcos, com espaços disponíveis para muitos passageiros e com total segurança e conforto para todos.




Atenção! Eu deixo essa dica principalmente para quem não conhece a Ilha do Marajó e deseja navegar nessas aventuras, a ilha é um local rústico e sem muitas frescuras, a pessoa que desejar se aventurar, tem que ter muita disposição, bom preparo físico e encarar sem medo, todos podem desfrutar deste lugar, diversão é o que não falta na ilha. pois vai ter que encarar mesmo, sem muito blábláblá, se deseja ir ao Marajó e pensar que vai ficar em um hotel cinco estrelas, você esta muito enganado. os hotéis e pousadas no Marajó são simples e rústicos, mas aconchegantes e um dos melhores desta região  é a Pousada dos Guarás, atendendo todas as necessidades do local. A minha dica é pesquise muito bem o local na internet e converse com pessoas que já foram no lugar antes de qualquer viagem, agora prepare seu coração, porque nossa aventura começa aqui.




Travessia do Porto de Belém até o Porto Camará no Marajó


Saímos às 5:30h da manhã para comprar passagens que custava no momento R$ 25,00 reais por pessoa na classe econômica, o navio sairia as 6:30 da manhã, depois desse horário, teríamos que esperar somente a tarde, então, resolvemos embarcar de imediato, claro! Não iríamos deixar de perder essa viagem!
O melhor período para viajar ao Marajó é no verão de Julho a Dezembro, pois a travessia de barco é mais tranquila, neste período há pouca chuva e bastante sol. Então proteja-se do sol!
Para aproveitar bastante o clima do Marajó, traga bastante protetor solar, protetor labial, chapéu e boné, roupas leves, botas sem salto ou tênis, bastante repelente para insetos, capas de chuvas ou sobrinhas, binóculos e uma rede de balanço para dormir. Para fazer trilhas e caminhar pela mata, aconselho sempre ir com calça jeans, tanto para os homens e para as mulheres, pois podem aparecer animais peçonhentos no caminho. E para não atrapalhar sua viagem, previna-se sempre!



Segue abaixo, sugestões de horários dos barcos.

1.     Porto de Belém do Pará
Tipo de Transporte: Barco
Horários de Belém - Marajó
●      06:30 h (AM)
●      14:30 h (PM)
●      Domingo: 10:30 h (AM)
Horários do Marajó - Belém
●      06:30 h (AM)
●      15:00 h (PM)
●      Domingo: 15:00 h (PM)
Outros Locais:
1.               Porto de Icoaraci
Tipo de Transporte: Balsa
Horários de Belém
●      06:30 h (AM)
Horários de Marajó
●      16:00 h (PM)


Em 2016, podemos contar com uma lancha por apenas R$ 48,00 reais (Quarenta e oito reais), que poderá sofrer alteração no valor a qualquer momento, você pode pegar o barco no porto de Belém e em apenas 2 horas você chega no Porto Camará em Salvaterra no Marajó, além das lanchas existem as balsas, que fazem travessia todos os dias para o Marajó, com saída em no porto de  Icoaraci, este tipo de transporte  é especialmente bom para quem vai  transportar carros e cargas. Esses dois tipos de transportes, nós ainda não tivemos a oportunidade de experimentá-los, talvez em um próximo convite, estamos abertos a novas e replays de aventuras.
Saímos do porto de Belém as 6: 30h da manhã, o navio estava com bastante passageiros a bordo, mas acredito que por ser um inicio de semana, o barco estava um pouco vazio, se comparado nos períodos de férias, após a segunda semana do mês de Julho que os veranistas viriam ao Marajó. Eu estava sentada em umas das cadeiras de plástico, bem simples no centro e vendo mensagens no celular – Whatsapp, pois alguns metros dali não funcionaria o Wifi do meu celular, até que eu chegasse a cidade do Marajó, onde tivesse antena para meu plano da Vivo de Wifi para celular. A vivo disponibiliza vários planos para Wifi em Belém, é um dos melhores de Belém, mas não são suficientes  para quem acessa muito a internet e baixa muita foto, os melhores planos são muito caros, no momento este plano estava quebrando o galho, mas não atendia todas minhas necessidades no momento, por ser um plano de dados.





Inicio da  manhã, o sol ainda vibrante, ao som do motor do barco e avistando a Baía do Guajará, que no momento  estava tranquila e eu continuava olhando de longe as pequenas ondas, três horas de barco da pra fazer muita coisa boa, dormir seria a minha melhor escolha, se eu deixasse ser levada pelo vento  e o som do motor do barco, depois de acordar tão cedo, pois o vento que entrava no navio dava sono e com o som do motor do barco eu dormiria na hora. Depois que o Wifi acabou, o sinal da operadora não pega depois de uma certa distância entre o barco e a cidade de Belém,  é melhor procurar alguma coisa para fazer ou comer, comprar um café da manhã, comer seria a melhor opção, mas pela manhã eu sou chata para comer, então melhor mesmo esperar chegar o destino tão esperado. No navio tem tudo ou quase tudo. Ele é dividido em duas partes, sendo a parte superior e a parte inferior, nós estávamos na parte inferior do navio e a mais barata claro, como era de manhã, estava batendo um vento muito bom dentro do barco e eu conseguia ver melhor a vista da Baía do Guajará, tirar  fotos e aproveitar bastante antes de chegar ao meu destino, no barco tem  banheiros, vendedores ambulantes, lanchonete, televisão, não é tela plana mas uma pequena TV para distrair o pessoal a bordo do navio, um banco não muito agradável mas da pra esperar sentado na viagem, colete salva-vidas espalhados pelo teto do navio, em caso de emergência. Não tem acesso a Wifi. Bom o suficiente para quem tem menos dinheiro para gastar ou pra quem prefere economizar, mas dá pra sobreviver durante a viagem. 


Chegada no Porto Camará em Salvaterra



Após três horas relaxando no barco, se aproxima do porto de Camará em Salvaterra, tem um serviço terceirizado e especializado para carregar malas, bagagens em geral, eles trabalham carregando suas malas, mas  muito cuidado nessa hora! Isso pode ser perigoso, eu preferir carregar minhas malas, pois não estava tão pesada, como eu estava acompanhada também e eu tinha quem carregasse-as, eu não precisei deste serviços. A primeira vez que eu vou ao Marajó eu não queria me arriscar, desconfiada como eu sou, nem pensar! Claro não desmerecendo o trabalho deles, mas por questão de segurança mesmo, que fique bem claro.



Bom, chegamos na tão sonhada Ilha do Marajó, era para ter uma Van da Pousada dos Guarás no Porto Camará, aguardando-nos para levarmos até a Pousada dos Guarás, mas por falha de comunicação nossa,  eles não conseguiram nos buscar no porto. Mas sempre ligue com antecedência para confirmar horários que a van da pousada aguardará no porto do Marajó. A van da pousada fica sempre aguardando os turistas que compraram pacotes e e vão se hospedar lá, assim é bem melhor que você não tem que pagar vans e outros tipos de transporte. Bom, não deixamos de curtir a viagem por isso, não é todo dia que nós caímos de paraquedas neste paraíso marajoara. Nós decidimos pegar um táxi, eu não queria arriscar andando até a pousada, nós talvez levaríamos 3 horas ou mais caminhando. O táxi custou em torno de R$ 60 reais, desde o trajeto do Porto Camará até a Pousada dos Guarás. Eu vou falar logo, a pousada fica bem distante do Porto, então,  não adianta seguir a pé, mas lá você pode encontrar vans, táxis, mototáxis ou ir de bicicleta mesmo, para quem faz ciclismo e é acostumado a andar de bicicleta, se prepare para pedalar Robinho! Aconselho que pegue logo as vans de viagens que estão disponíveis no momento, assim que chegar no porto,  pois a cidade não oferece transporte regular e se você perder esse transporte, só poderá pegar novamente na próxima chegada do barco. Então, não perca tempo esperando muito.


Chegada na Pousada dos Guarás







Fizemos a escolha certa de pegarmos logo um táxi, pois, indo de táxi até a Pousada dos Guarás demorou bastante,  imagine indo andando. Ufa! Logo que chegamos avistamos o nome da pousada na frente, Uau! O local parecia o paraíso, conversamos com o atendente da pousada, sempre muito atencioso e prestativo, que nos orientou sobre a pousada e o apartamento onde nós ficamos hospedados. Apareceu um senhor, que veio buscar nossas malas e nos mostrar o apartamento onde nós ficaríamos, o apartamento era o 404, com TV de LED, frigobar, ar condicionado e Wifi. O espaço é aconchegante, você fica a vontade para explorar bastante o lugar sem ser incomodado por vendedores ambulantes, o espaço é um paraíso se comparado com outros locais, talvez não exista outros iguais ou parecidos nas Ilhas do Pará, a pousada tem como diferencial por ser dividida e bem organizada por chalés, são 50 apartamentos sendo 48 apartamentos stand e 2 suítes com TV,  ar condicionado, frigobar, banheiro com sistema de água quente e  fria, bom mesmo  para quem procura conforto e qualidade em um só lugar. A Pousada dos Guarás, fica localizada em frente a Praia Grande em meio a uma reserva florestal no município de Salvaterra no Marajó com 240.000m², cada quarto tem sua própria área e varanda, é tipo um pátio e logo que nós chegamos avistamos um banco de madeira bem trabalhada na varanda do apartamento, antes de chegarmos nos quartos e uma mesa na área externa do apartamento, a gerencia e a organização da pousada deve ser bastante exigente no local, tem espaços para colocar redes para descanso se preferir, bom mesmo para jogar conversa fora a noite ou namorar ao som da brisa da praia.






No restaurante a comida é especialmente saborosa, comandados por chefes especializados em comidas regionais e internacionais, profissionais bem treinados e para quem deseja planejar uma festa, aniversários, casamentos, noivados, reuniões executivas, congressos, treinamentos de funcionários, a pousada também disponibiliza o salão de convenções com sala de apoio para 180 pessoas com todo o conforto e segurança.
Na área de lazer, você pode desfrutar da piscina, quadra esportiva, campo de futebol, trilha ecológica, SPA, passeios de búfalo e show de danças folclóricas.
Para minha surpresa que estava brigando com a porta, para entrar você necessita colocar um cartão na porta para ela abrir automaticamente, ainda não tinha visto esse novo método em Belém, bem interessante, o problema mesmo é na hora da saída para você não esquecer o cartão ou chave da porta como queira chamar, dentro do apartamento, eu não sei como será resolvido se seu cartão ficar dentro do quarto. Deve haver uma segunda chave de segurança.  Na entrada eu me surpreendi, é uma espécie de porta roupa ou roupeiro, closet, guarda-roupa,  no qual embaixo tem um balcão onde você pode colocar suas malas e trecos e tal, suas coisas ou objetos no geral, abaixo tem frigobar, ao lado você tem a área do banheiro, razoavelmente simples nada tão escandaloso, os banheiros todos bem limpinhos e cheirosos, com espelhos e pia para escovar os dentes bem requintado também, um box com um chuveiro elétrico, vaso para necessidades especiais, não são vasos para os portadores de necessidades especiais, não confunda, são vasos sanitários, com chuveiro elétrico, com sistema de água quente e fria e tudo mais que um banheiro necessita, na parte do quarto tem uma enorme cama de casal e uma cama de solteiro, TV de LED, o quarto é decorado com cortinhas floridas e chapéis de palhas enormes, que dão um ar caipira ao local. Bom eu estou detalhando muito porque eu sei que ainda tem gente que vai pensar que não tem todas essas coisas em uma ilha no Pará, e eu estou justamente mostrando que tem sim, isso e muito mais. E eu não estou falando isso por que nasci no Pará, estou falando porque eu fui comprovar de perto e tenho testemunhas o meu querido noivo, blogueiro e fotógrafo internacional Jerome shaw, O espaço é muito bom mesmo, melhor ainda você indo conferir de perto.





Após passarmos pela recepção da pousada, nós entramos no quarto e deixamos nossos objetos, almoçamos e nem tivemos tempo de descansar no momento, porque já havia um passeio agendado para conhecer alguns pontos turísticos do Marajó e aproveitamos para não perder este momento.
Só deu tempo de avisarmos a família que nós chegamos, encher a pança (barriga) para aguentarmos mais uma caminhada (jornada).






Restaurante da Pousada dos Guarás


O almoço foi especial, tivemos que ir até o restaurante para escolhermos o que comer, o restaurante fica nas dependências da pousada, logo ao lado da entrada da pousada, é um espaço amplo e bem aconhegante, as mesas são de madeiras, em material rústico, mas com um requinte especial e um olhar bem requintado, ao redor do restaurante, plantas ornamentavam o local, dando um toque romântico e especial ao local que resumidamente eu diria divinamente o paraíso tropical, as mesas em madeiras de lei com uma toalha de pano vermelho, dando um retoque final no design muito típico da maioria dos restaurantes requintados em Belém do Pará.
Quando almoçamos fomos cumprimentados por um búfalo que passeava ao redor do restaurante, enquanto estávamos almoçando o Jerome tentou registrar a passagem dele pelo restaurante. Verdade os búfalos e os cavalos costumam pastar ao redor da pousada a qualquer hora do dia.
A área externa da pousada é muito bem cuidada e com gramas, todos os dias haviam funcionários cuidando da pousada, tanto fora quanto dentro.

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