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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Na Terrinha dos búfalos- O Marajó

O Marajó - Parte I






Eu, Laudy Beckman do Brasil 2 Brazil Travel e meu noivo Jerome Shaw do Travel Boldly, fomos convidados a explorar a Ilha do Marajó no Pará, que até então era desconhecida aos nossos olhos. Conhecer o arquipélago do Marajó foi uma honra e um privilégio enorme, graças ao trabalho maravilhoso do Fotógrafo paraense Sr. Arthur Valente, das orientações da jornalista Sra. Benigna Soares, que  nos indicou a Pousada dos Guarás no Pará – Brasil, como sendo o melhor lugar para hospedagens e lazer. A grande oportunidade para conhecermos o Marajó foi o convite da Poudada dos Guarás, foi uma honra conhecer a cidade, as comidas típicas e a cultura desta região, embarcamos nessa idéia!





O Marajó é uma ilha rodeada de praias de água doce por todos os lados, igarapés, manguezais, fazendas e florestas, localizada na foz do Rio Amazonas, com aproximadamente 40.100 km² é a maior ilha do Brasil e  a maior ilha fluviomarítma do mundo, com uma vasta floresta e mangues, se diferenciando das outras ilhas, devido o grande destaque para o maior rebanho de búfalos do Brasil, com cerca de 600 mil cabeças, tendo como ponto forte também a arte da cerâmica estilizada herdada pelos índios, o ritmo do carimbó que contagia a todos que visitam a região. Falar em Marajó, é logo pensar nos ícones, símbolos da cidade, que são fortemente conhecidos por todos que visitam a ilha, os destaques são:  os búfalos, os pratos maravilhosos com carne de búfala, e o gostinho saboroso do queijo do Marajó, sem comparação, com especial reconhecimento pelo povo paraense, que tem como diferencial o leite de búfala, umas das riquezas amazônica que esta sendo estudada para ser reconhecida sua denominação de origem. O queijo do Marajó é um dos queijos mais nutritivos e saudáveis. Por isso a culinária marajoara conquista aos turistas que a visitam. Com aproximadamente 3 horas de navio e 2 horas de lancha do Porto do Terminal Hidroviário Luiz Rebelo Neto, localizado na Av. Marechal Hermes esquina com a Av. Doca de Souza Franco em  Belém do Pará no norte do Brasil, onde é o ponto de partida para a Ilha do Marajó. Nesta viagem, nós não fomos de barco pequeno, chamado Popopo, nome dado devido o barulho que o motor faz. Nós fomos em um navio chamado Arapari da empresa Banav, ele é muito maior que os pequenos barcos, com espaços disponíveis para muitos passageiros e com total segurança e conforto para todos.




Atenção! Eu deixo essa dica principalmente para quem não conhece a Ilha do Marajó e deseja navegar nessas aventuras, a ilha é um local rústico e sem muitas frescuras, a pessoa que desejar se aventurar, tem que ter muita disposição, bom preparo físico e encarar sem medo, todos podem desfrutar deste lugar, diversão é o que não falta na ilha. pois vai ter que encarar mesmo, sem muito blábláblá, se deseja ir ao Marajó e pensar que vai ficar em um hotel cinco estrelas, você esta muito enganado. os hotéis e pousadas no Marajó são simples e rústicos, mas aconchegantes e um dos melhores desta região  é a Pousada dos Guarás, atendendo todas as necessidades do local. A minha dica é pesquise muito bem o local na internet e converse com pessoas que já foram no lugar antes de qualquer viagem, agora prepare seu coração, porque nossa aventura começa aqui.




Travessia do Porto de Belém até o Porto Camará no Marajó
Saímos às 5:30h da manhã para comprar passagens que custava no momento R$ 25,00 reais por pessoa na classe econômica, o navio sairia as 6:30 da manhã, depois desse horário, teríamos que esperar somente a tarde, então, resolvemos embarcar de imediato, claro! Não iríamos deixar de perder essa viagem!
O melhor período para viajar ao Marajó é no verão de Julho a Dezembro, pois a travessia de barco é mais tranquila, neste período há pouca chuva e bastante sol. Então proteja-se do sol!
Para aproveitar bastante o clima do Marajó, traga bastante protetor solar, protetor labial, chapéu e boné, roupas leves, botas sem salto ou tênis, bastante repelente para insetos, capas de chuvas ou sobrinhas, binóculos e uma rede de balanço para dormir. Para fazer trilhas e caminhar pela mata, aconselho sempre ir com calça jeans, tanto para os homens e para as mulheres, pois podem aparecer animais peçonhentos no caminho. E para não atrapalhar sua viagem, previna-se sempre!



Segue abaixo, sugestões de horários dos barcos.

1.     Porto de Belém do Pará
Tipo de Transporte: Barco
Horários de Belém - Marajó
●      06:30 h (AM)
●      14:30 h (PM)
●      Domingo: 10:30 h (AM)
Horários do Marajó - Belém
●      06:30 h (AM)
●      15:00 h (PM)
●      Domingo: 15:00 h (PM)
Outros Locais:
1.               Porto de Icoaraci
Tipo de Transporte: Balsa
Horários de Belém
●      06:30 h (AM)
Horários de Marajó
●      16:00 h (PM)


Em 2016, podemos contar com uma lancha por apenas R$ 48,00 reais (Quarenta e oito reais), que poderá sofrer alteração no valor a qualquer momento, você pode pegar o barco no porto de Belém e em apenas 2 horas você chega no Porto Camará em Salvaterra no Marajó, além das lanchas existem as balsas, que fazem travessia todos os dias para o Marajó, com saída em no porto de  Icoaraci, este tipo de transporte  é especialmente bom para quem vai  transportar carros e cargas. Esses dois tipos de transportes, nós ainda não tivemos a oportunidade de experimentá-los, talvez em um próximo convite, estamos abertos a novas e replays de aventuras.
Saímos do porto de Belém as 6: 30h da manhã, o navio estava com bastante passageiros a bordo, mas acredito que por ser um inicio de semana, o barco estava um pouco vazio, se comparado nos períodos de férias, após a segunda semana do mês de Julho que os veranistas viriam ao Marajó. Eu estava sentada em umas das cadeiras de plástico, bem simples no centro e vendo mensagens no celular – Whatsapp, pois alguns metros dali não funcionaria o Wifi do meu celular, até que eu chegasse a cidade do Marajó, onde tivesse antena para meu plano da Vivo de Wifi para celular. A vivo disponibiliza vários planos para Wifi em Belém, é um dos melhores de Belém, mas não são suficientes  para quem acessa muito a internet e baixa muita foto, os melhores planos são muito caros, no momento este plano estava quebrando o galho, mas não atendia todas minhas necessidades no momento, por ser um plano de dados.





Inicio da  manhã, o sol ainda vibrante, ao som do motor do barco e avistando a Baía do Guajará, que no momento  estava tranquila e eu continuava olhando de longe as pequenas ondas, três horas de barco da pra fazer muita coisa boa, dormir seria a minha melhor escolha, se eu deixasse ser levada pelo vento  e o som do motor do barco, depois de acordar tão cedo, pois o vento que entrava no navio dava sono e com o som do motor do barco eu dormiria na hora. Depois que o Wifi acabou, o sinal da operadora não pega depois de uma certa distância entre o barco e a cidade de Belém,  é melhor procurar alguma coisa para fazer ou comer, comprar um café da manhã, comer seria a melhor opção, mas pela manhã eu sou chata para comer, então melhor mesmo esperar chegar o destino tão esperado. No navio tem tudo ou quase tudo. Ele é dividido em duas partes, sendo a parte superior e a parte inferior, nós estávamos na parte inferior do navio e a mais barata claro, como era de manhã, estava batendo um vento muito bom dentro do barco e eu conseguia ver melhor a vista da Baía do Guajará, tirar  fotos e aproveitar bastante antes de chegar ao meu destino, no barco tem  banheiros, vendedores ambulantes, lanchonete, televisão, não é tela plana mas uma pequena TV para distrair o pessoal a bordo do navio, um banco não muito agradável mas da pra esperar sentado na viagem, colete salva-vidas espalhados pelo teto do navio, em caso de emergência. Não tem acesso a Wifi. Bom o suficiente para quem tem menos dinheiro para gastar ou pra quem prefere economizar, mas dá pra sobreviver durante a viagem. 


Chegada no Porto Camará em Salvaterra



Após três horas relaxando no barco, se aproxima do porto de Camará em Salvaterra, tem um serviço terceirizado e especializado para carregar malas, bagagens em geral, eles trabalham carregando suas malas, mas  muito cuidado nessa hora! Isso pode ser perigoso, eu preferir carregar minhas malas, pois não estava tão pesada, como eu estava acompanhada também e eu tinha quem carregasse-as, eu não precisei deste serviços. A primeira vez que eu vou ao Marajó eu não queria me arriscar, desconfiada como eu sou, nem pensar! Claro não desmerecendo o trabalho deles, mas por questão de segurança mesmo, que fique bem claro.



Bom, chegamos na tão sonhada Ilha do Marajó, era para ter uma Van da Pousada dos Guarás no Porto Camará, aguardando-nos para levarmos até a Pousada dos Guarás, mas por falha de comunicação nossa,  eles não conseguiram nos buscar no porto. Mas sempre ligue com antecedência para confirmar horários que a van da pousada aguardará no porto do Marajó. A van da pousada fica sempre aguardando os turistas que compraram pacotes e e vão se hospedar lá, assim é bem melhor que você não tem que pagar vans e outros tipos de transporte. Bom, não deixamos de curtir a viagem por isso, não é todo dia que nós caímos de paraquedas neste paraíso marajoara. Nós decidimos pegar um táxi, eu não queria arriscar andando até a pousada, nós talvez levaríamos 3 horas ou mais caminhando. O táxi custou em torno de R$ 60 reais, desde o trajeto do Porto Camará até a Pousada dos Guarás. Eu vou falar logo, a pousada fica bem distante do Porto, então,  não adianta seguir a pé, mas lá você pode encontrar vans, táxis, mototáxis ou ir de bicicleta mesmo, para quem faz ciclismo e é acostumado a andar de bicicleta, se prepare para pedalar Robinho! Aconselho que pegue logo as vans de viagens que estão disponíveis no momento, assim que chegar no porto,  pois a cidade não oferece transporte regular e se você perder esse transporte, só poderá pegar novamente na próxima chegada do barco. Então, não perca tempo esperando muito.


Chegada na Pousada dos Guarás







Fizemos a escolha certa de pegarmos logo um táxi, pois, indo de táxi até a Pousada dos Guarás demorou bastante,  imagine indo andando. Ufa! Logo que chegamos avistamos o nome da pousada na frente, Uau! O local parecia o paraíso, conversamos com o atendente da pousada, sempre muito atencioso e prestativo, que nos orientou sobre a pousada e o apartamento onde nós ficamos hospedados. Apareceu um senhor, que veio buscar nossas malas e nos mostrar o apartamento onde nós ficaríamos, o apartamento era o 404, com TV de LED, frigobar, ar condicionado e Wifi. O espaço é aconchegante, você fica a vontade para explorar bastante o lugar sem ser incomodado por vendedores ambulantes, o espaço é um paraíso se comparado com outros locais, talvez não exista outros iguais ou parecidos nas Ilhas do Pará, a pousada tem como diferencial por ser dividida e bem organizada por chalés, são 50 apartamentos sendo 48 apartamentos stand e 2 suítes com TV,  ar condicionado, frigobar, banheiro com sistema de água quente e  fria, bom mesmo  para quem procura conforto e qualidade em um só lugar. A Pousada dos Guarás, fica localizada em frente a Praia Grande em meio a uma reserva florestal no município de Salvaterra no Marajó com 240.000m², cada quarto tem sua própria área e varanda, é tipo um pátio e logo que nós chegamos avistamos um banco de madeira bem trabalhada na varanda do apartamento, antes de chegarmos nos quartos e uma mesa na área externa do apartamento, a gerencia e a organização da pousada deve ser bastante exigente no local, tem espaços para colocar redes para descanso se preferir, bom mesmo para jogar conversa fora a noite ou namorar ao som da brisa da praia.






No restaurante a comida é especialmente saborosa, comandados por chefes especializados em comidas regionais e internacionais, profissionais bem treinados e para quem deseja planejar uma festa, aniversários, casamentos, noivados, reuniões executivas, congressos, treinamentos de funcionários, a pousada também disponibiliza o salão de convenções com sala de apoio para 180 pessoas com todo o conforto e segurança.
Na área de lazer, você pode desfrutar da piscina, quadra esportiva, campo de futebol, trilha ecológica, SPA, passeios de búfalo e show de danças folclóricas.
Para minha surpresa que estava brigando com a porta, para entrar você necessita colocar um cartão na porta para ela abrir automaticamente, ainda não tinha visto esse novo método em Belém, bem interessante, o problema mesmo é na hora da saída para você não esquecer o cartão ou chave da porta como queira chamar, dentro do apartamento, eu não sei como será resolvido se seu cartão ficar dentro do quarto. Deve haver uma segunda chave de segurança.  Na entrada eu me surpreendi, é uma espécie de porta roupa ou roupeiro, closet, guarda-roupa,  no qual embaixo tem um balcão onde você pode colocar suas malas e trecos e tal, suas coisas ou objetos no geral, abaixo tem frigobar, ao lado você tem a área do banheiro, razoavelmente simples nada tão escandaloso, os banheiros todos bem limpinhos e cheirosos, com espelhos e pia para escovar os dentes bem requintado também, um box com um chuveiro elétrico, vaso para necessidades especiais, não são vasos para os portadores de necessidades especiais, não confunda, são vasos sanitários, com chuveiro elétrico, com sistema de água quente e fria e tudo mais que um banheiro necessita, na parte do quarto tem uma enorme cama de casal e uma cama de solteiro, TV de LED, o quarto é decorado com cortinhas floridas e chapéis de palhas enormes, que dão um ar caipira ao local. Bom eu estou detalhando muito porque eu sei que ainda tem gente que vai pensar que não tem todas essas coisas em uma ilha no Pará, e eu estou justamente mostrando que tem sim, isso e muito mais. E eu não estou falando isso por que nasci no Pará, estou falando porque eu fui comprovar de perto e tenho testemunhas o meu querido noivo, blogueiro e fotógrafo internacional Jerome shaw, O espaço é muito bom mesmo, melhor ainda você indo conferir de perto.





Após passarmos pela recepção da pousada, nós entramos no quarto e deixamos nossos objetos, almoçamos e nem tivemos tempo de descansar no momento, porque já havia um passeio agendado para conhecer alguns pontos turísticos do Marajó e aproveitamos para não perder este momento.
Só deu tempo de avisarmos a família que nós chegamos, encher a pança (barriga) para aguentarmos mais uma caminhada (jornada).






Restaurante da Pousada dos Guarás


O almoço foi especial, tivemos que ir até o restaurante para escolhermos o que comer, o restaurante fica nas dependências da pousada, logo ao lado da entrada da pousada, é um espaço amplo e bem aconhegante, as mesas são de madeiras, em material rústico, mas com um requinte especial e um olhar bem requintado, ao redor do restaurante, plantas ornamentavam o local, dando um toque romântico e especial ao local que resumidamente eu diria divinamente o paraíso tropical, as mesas em madeiras de lei com uma toalha de pano vermelho, dando um retoque final no design muito típico da maioria dos restaurantes requintados em Belém do Pará.
Quando almoçamos fomos cumprimentados por um búfalo que passeava ao redor do restaurante, enquanto estávamos almoçando o Jerome tentou registrar a passagem dele pelo restaurante. Verdade os búfalos e os cavalos costumam pastar ao redor da pousada a qualquer hora do dia.
A área externa da pousada é muito bem cuidada e com gramas, todos os dias haviam funcionários cuidando da pousada, tanto fora quanto dentro.

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terça-feira, 12 de julho de 2016

Museu Paraense Emílio Goeldi


Foto: Laudy Beckman / Museu Paraense Emílio Goeldi


Olá Pessoal!!!

Eu estou aqui para falar sobre esse lugar encantador, que conquista a criançada e os adultos também, eu estou falando do Museu Paraense Emílio Goeldi.
Museu Paraense Emílio Goeldi
Foto: Eloiza Beckman

Bom pessoal, eu não concordo muito em prenderem os animais em Museu ou Zoológico, mas no mês de Abril 2016, eu fui visitá-los para eu poder mostrar a vocês o pouquinho do cantinho de Belém do Pará no Brasil, somente desta forma, você pode acompanhar comigo e conhecer os pontos mais badalados de Belém e os pontos turísticos desta linda cidade e vocês estão todos convidados a  visitar a vontade  com segurança e tranquilidade.


Meu objetivo é justamente mostrar a vocês cada cantinho do Brasil, sei que meus leitores estão curiosos para saber e conhecer  sobre a famosa Cidade das Mangueiras - Belém do Pará, no Norte do Brasil. Então, venham conferir de perto nossas belezas naturais.



Foto: Laudy Beckman / Onça Pintada
O Museu Paraense Emílio Goeldi como é chamado no Brasil, localizado em Belém do Pará, especificamente na Av. Governador Magalhaes Barata, 376 - São Bráz, é um local para os animais, rodeado de árvores e plantas, o museu abriga diversos animais da fauna e da flora brasileira, é engraçado que os animais acabam se acostumando com a rotina dos Museus (Zoológicos), e eu podia perceber que alguns faziam poses, caras e bocas para que os visitantes conseguissem tirar a melhor foto deles, claro! nem todos são apaixonados por foto, por exemplo, a onça pintada ficou tão nervosa, que quase urinou em um senhor que estava a poucos metros distante do cativeiro dela, mas eu já havia desconfiado do comportamento daquela onça, ela parecia pensativa e preocupada e andava pra lá e pra cá, parecia que ela estava planejando alguma coisa, e não é que ela estava planejando mesmo! Hehehe! Que menina (Onça) atrevida!


Legal ver as crianças divertindo-se e ficarem impressionadas com os animais, logo na entrada a espera na fila para visitar alguns lugares super interessantes e observar os comportamentos dos animais e da criançada também, algumas crianças ainda na fila de entrada, já estavam com medo de entrar no museu, normal de algumas crianças, eu tentei registrar tudo e o melhor possível para mostrar com todo carinho o Museu para vocês. É bem legal que os animais ajudam na hora que você vai fotografá-los. Esse comportamento deles é um complemento para mais emoção nas suas fotos. 


Alguns animais são dóceis e outros mais selvagens, cada um com seu estilo e temperamento natural que fazem do Museu um lugar único e encantador. Com apenas R$ 3,00 (Três reais) até o presente momento (os preços podem sofrer alterações, por gentileza sempre conferir os valores reais, pois, até o preço estipulado  no site do museu esta errado, então é melhor ligar para conferir mesmo), você pode visitar e conhecer mais as especies da Amazônia. Claro! que nem todos os animais estão no Museu ou (Zoológico), nem todos, mas alguns estão bem pertinho de vocês e podem conferir vindo visitar o Museu também.Quem tem carteira de meia-passagem pode aproveitar por R$ 1,50 (Um real e cinquenta centavos) por pessoa, verdade, verdadeira! E o mais legal, é que as crianças não pagam. então não tem desculpa de não levar seus filhos para conhecerem esse lugar no centro de Belém, sem falar na segurança do local e o ambiente bem agradável.

Teve um episódio bem interessante que aconteceu, o menino com mais ou menos 3 anos de idade , estava próximo do cativeiro dos macacos, mas ele estava brincando no seu triciclo, e os macacos tão empolgados com os visitantes que estavam presentes, que eles derrubaram a vasilha de alimentação, que logo caiu no chão e todos ficaram assustados, e o pequenino menino dirigiu tão rápido o triciclo dele e gritou: - Mamãe quero ir pra casa! Hahaha! Nada legal, não é pessoal? Mas na hora eu só faltei morrer de rir do episódio engraçado. Sorry! Foi tão inesperada a reação do macaco que assustou todo mundo, inclusive eu!


Foto: Eloiza Beckman / Castelinho
Há varias espécies que integram o Museu Paraense Emílio Goeldi e enriquecem ainda mais  esse espaço, depois de verificar algumas espécies que estavam lá, eu não vi a espécie humana presa lá dentro, para ver se é bom manter os animais presos. Hehehe! Estou falando a mais pura verdade! Deve ser extremamente estressante passar o tempo todo preso. Até nós, seres humanos, necessitamos algumas vezes e várias vezes de lugares que faça-nos sentirmos livres, imagine os animais! Fora esse detalhe, foi muito bom rever meus  queridos amigos no Museu (Zoológico), até  minha irmã estava lá, a anta!


Andando mais um pouco, eu nós encontrei o imenso jacaré, calma pessoal! Ele estava preso em uma grade de proteção, com uma cerca dentro de um lago, parecia dormindo ou esperando o momento certo para atacar. Hahaha! Parece filme de terror! O tamanho dele me deu medo, eu fiquei com tanto medo, que só fiquei alguns minutos olhando e não tive coragem de ficar mais. Eu sou Frouxa, né? Eu concordo com vocês. Nada disso! Eu só não queria ver ele fazer o que a onça pintada fez, hahaha! Parecia que a qualquer momento ele iria acordar.


Foto: Laudy Beckman/   Urubu-rei
Mais uma caminhada, eu encontrei o Urubu-rei, sério e de pouco papo, sujeito preto, com cabeça vermelha e algumas penas brancas, que parecia um cobertor cobrindo suas costas. 



Continuei caminhando para encontrar mais animais e eu encontrei a cutia - um roedor de pequeno porte, que andava solta pelo chão e se escondia entre as plantas, que linda! mas parecia assustada e estava se escondendo quando alguém aparecia. Eu tentei ir atrás dela, mas que nada! Eu não  conseguir alcançá-la, ela não morde mas é um animal arisco, parece um rato mas é bem maior que um rato.


O que me empolgou bastante foram os macacos, eles foram tão animados e divertidos que pareciam estarem em trapézio, fazendo malabares. Hahaha! Eles também se divertem com os visitantes, ouvir um guri (menino) falar, agora ficou mais divertido. Crianças gostam de aventuras e dramas mesmo, algo que dê mais emoção, nada muito melancólico.

E vocês nem podem imaginar quem eu encontrei lá, algumas índias, com seus trajes simples, seus corpos pintados e elas estavam fazendo desenhos nos visitantes, não é sempre que você encontra os índios no Museu, e atenção! Elas não estavam presas em jaulas e nem nuas, elas estavam mostrando o trabalho delas para os visitantes, porque na semana do dia 19 de Abril de 2016, era a semana das homenagens ao dia do Índio. Por isso tive a sorte de encontrar-las lá. Pois eu só conhecia mesmo em fotos de livros , na TV e nos jornais. Elas desenhavam os símbolos indígenas na pele dos visitantes. E parecia tatuagem mesmo!

Foto: Eloiza Beckman/ Arara / Figura: 1

Foto: Eloiza Beckman / Arara / Figura: 2 
Foto: Eloiza Beckman / Arara/ Figura: 3 


Foto: Eloiza Beckman / Arara / Figura 4 
Depois de rodar todo o museu, eu já estava tonta e me depararei com essa fofura que estava solta no Museu, quanto charme e simpatia foi ver as araras, sempre românticas e chamativas pelas penas vibrantes que embelezavam o ambiente com tantos coloridos cobrindo seu corpo, note nas sessões de fotos das figuras 1-3, que uma Arara atrevida se aproximou perto do local que eu estava fazendo pose para minha irmã Eloiza tirar minha foto, quando ela percebeu que eu estava sendo fotografada, ela veio também participar do cenário para capturarmos uma boa imagem na minha foto. Que honra! Quanta inteligencia! Eu não sei se ela gostou dos meus óculos ou a cor rosa da minha blusa, mas ela se aproximava para pousar também para as fotos, e eu querendo concorrer com ela, mas ela roubou a cena toda, que gracinha! hahahaahh! Agora acompanhe na figura 4, a satisfação e o estilo dela sendo fotografada, essa merece ser capa de revista! Eu estava imaginando que ela poderia subir no meu cabelo, as minhas irmãs gritaram: - Ela esta subindo no seu cabelo e eu rápido virei pra verificar, mas era só brincadeirinha delas, hahaha! Perfeito momento!!!!




GALERIA DE FOTOS DO MUSEU EMÍLIO GOELDI


Foto: Laudy Beckman / Lago dos Guarás 


Foto: Laudy Beckman /  Araras
Foto: Laudy Beckman /     Araras



Foto: Laudy Beckman / Macaco



Foto: Laudy Beckman /  Lago dos Guarás
Foto: Laudy Beckman / Passarela do Museu


Foto: Laudy Beckman / Macaco


Foto: Laudy Beckman / Lago dos Guarás
Foto: Laudy Beckman /     Jabuti


Foto: Laudy Beckman /     Bicho Preguiça  



Foto: Laudy Beckman /  Anta


Foto: Laudy Beckman  /   Repouso dos Guarás



Foto: Laudy Beckman   /  Guará



Foto: Eloiza Beckman /  
Laudy, treinando com arco e flecha.