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terça-feira, 2 de maio de 2017

Por que a Ilha do Combu é o refúgio para os turistas?

Travessia do Rio

Se está pensando em viajar a #Belém e se isolar do mundo, está tarefa é muito fácil. Antes de partir para essa aventura, não se esqueça de pousar no aeroporto internacional de Belém, localizado na Av. Júlio Cesar no bairro Val-de-cans no estado do #Pará.  Para quem não conhece  a cidade, pegue um táxi que custa em torno de R $ 60,00 reais e  em trinta minutos você estará no centro de Belém, onde ficam localizados a Estação das Docas, mercado do Ver-o-peso, Forte do Castelo, Mangal das Garças, Museu Emílio Goeldi  e entre outros pontos turísticos da cidade. Se você esta pensando em fazer muito além do que seus pensamentos desejam encontrar, quer fugir do barulho e da correria da metrópole da Amazônia para cidadezinhas do Pará.  Este aqui é seu lugar! Vamos lá que eu te levo até uma ilha fantástica, pertinho de Belém.

Loja de artesanato


Depois de tanto pesquisar e ouvir sugestões desta ilha,  eu @Brasil2brazil, meu esposo @jeromeshaw  e a  minha irmã @eloizabeckman  resolvemos embarcar  aqui mesmo na Ilha do Combu, tarefa nada fácil, pois éramos marinheiros de primeira viagem, não sei porque mas sempre minhas primeiras viagens me deixam muito ansiosa e um pouco apreensiva. Me enchi de questões para poder responder se eu realmente queria ir conhecer a ilha, não por mim mas pelo Jerome, eu queria muito que ele conhecesse este lugar antes dele ir de volta para sua terra (EUA), fazer e planejar  roteiros diferentes do que eu havia feito antes foi uma tarefa difícil, porque nas regiões em Belém, pelo o que eu conheço não dispõe de Wifi, o que a maioria dos turistas esperam, é o básico pra eles, típico de países de tecnologia de ponta. Belém vem se desenvolvendo aos poucos numa lentidão só.  Mas ir pra uma ilha e se afogar no Wifi, não tem graça nenhuma, eu simplesmente mergulho no lugar e não tenho tanto tempo pra postar, claro que sempre quando eu tenho um tempinho de sobra eu sempre estou atualizando meu Instagram e compartilho tudo com vocês no @Brasil2brazil, isso porque eu gosto do #Instagram para postar fotos, as pessoas interagem mais e participam mais de suas postagens, são gente como a gente, que está por aí perdido em algum lugar do mundo em busca de novidades para compartilhar com seus seguidores. Como eu adoro conhecer novos lugares, cada um mais lindo que o outro, eu acabo perdendo horas do meu tempo trabalhando no Instagram e fazendo mais que um hobby, entreter e curtir  ainda mais juntos com todos que me seguem lá.  A vida de traveler/viajante  é cheia de curiosidades e por mais que você conheça o mundo, sempre tem aquele lugar que você nunca sequer ouviu falar, foi o que aconteceu conosco. Jerome não imaginava que a ilha escondia seus encantos e se apaixonou por esse lugar, não só ele curtiu bastante mas eu e minha irmã também nos divertimos muito nesse pedacinho do paraíso. 

Trilha na floresta 


Antes de tudo, tive que tentar falar com o pessoal do restaurante, eu enviei mensagens pela página deles no Facebook, primeiro enviei pra @saldosamaloca que me informou que deveríamos reservar antes de ir pra lá, eu não sentir muito feedback do restaurante porque eu estava cheia de dúvidas e queria que eles me esclarecessem melhor, fiquei sem resposta e achei melhor procurar outra opção, entrei em contato com o restaurante Solar da Ilha, depois de eu pesquisar muito. Foi o restaurante que mais me deu feedback e eu adoria ter ficado lá, eles tentaram ligar para meu celular, mas não conseguiram, mesmo assim conversei com algum funcionário do restaurante por meio da página de chat do Facebook, desde aí eu já me sentia a vontade com eles, sem mesmo ter ido no local, eles foram muito atenciosos comigo. Eles me informaram o local que eu deveria pegar o barco, me enviaram um mapa informando como chegar até o porto. Desde já eu estou agradecida pela atenção e estou ansioso para  compartilhar com vocês minha experiência no Restaurante Solar da Ilha em breve.

interior da loja de artesanato

Depois de muito procurar restaurantes eu decidir ir ao porto da Praça Princesa Isabel no bairro da Condu, pegar o barco e   partir pra ilha, a viagem do bairro da Campina até ao porto durou em média 10 minutos e custou R $ 20,00 reais depois de muito pinchichar. O motorista não sabia que iria um gringo a bordo, essas é uma das dificuldades de gringos no país, os preços são exorbitantes e eu tenho prova disso, pois eu geralmente negócios os valores para ele. Então, já fui logo percebendo que o lugar para onde eu ia pegar o barco não era tão receptivo para turistas e nem pra o nativo daqui. O motorista me informou para eu não demorar pegar o barco e tomar cuidado com o local, aí eu já comecei a pensar num filme de suspense, todos que eu olhava seriam suspeitos, o jerome carregava máquinas potentes para fotografar, celulares, iPad e   outros matérias para trabalho também,  então eu me preocupei um pouco, só um pouco e quando eu desci do carro eu já disse: corri neguinho, seria a palavra chave para pegarmos o barco logo mas jerome não entendeu muito bem e ficou por ali fotografando e filmando. O que posso falar é que o Porto é perigoso, mesmo tendo um grande fluxo de pessoas partindo para as ilhas, então cuidado nunca é demais.  Parei para falar com um barqueiro que estava esperando passageiros e  perguntei qual o barco ia para Solar da Ilha e o rapaz respondeu, cada um vai pra lugares diferentes, o que eu não tinha percebido é que todos vão com o mesmo itinerário para deixar as pessoas nos restaurantes e com o objetivo de dividir o pão, eles dividem as pessoas por restaurantes para distribuir melhor pacificamente.

Árvore de Samaúma


A passagem custa R$ 5,00 reais por pessoa e você escolhe entre barcos ou lanchas. Fui para ficar no Solar da Ilha, quando cheguei lá,  depois do passeio de barco maravilhoso, eles não tinham vaga disponíveis para manhã, a empresa havia me falado que a tarde seria melhor para conseguir reservar. As vezes as pessoas que vem pela manhã não ficam a tarde. Mas não é muito certo pra conseguir uma vaga no Solar da Ilha. Quando cheguei eu não quis ficar lá, pois eu fui pra almoçar e esperar até a tarde para conseguir vaga eu não sentiria muito bem no momento, resolvi tentar ir no Saldosa Maloca, pois  o guia do barco havia aconselhado lá e ele tinha certeza que lá eles teriam vagas disponíveis naquele horário.  Ambos os restaurantes reservam mesas, é só entrar em contato pelos telefones com atencedência.

Suco de laranja natural

Cheguei no Saldosa Maloca e realmente eles tinham vagas, fui logo verificar se tinha vaga mesmo e marcar local enquanto Eloiza e Jerome registravam tudo em fotos e vídeos.  Entrei e pedi para petiscar um filé da ilha, composto com filé de carne, vinagrete e farofa enquanto esperava o peixe grelhado com arroz e salada. A comida realmente é deliciosa e possui um forte sabor regional. Para drinks pedimos suco de maracujá, laranja e cerveja. Adorei meu suco, apesar de gostar de suco de cupuaçu eu pedi o suco de laranja pois eu estava gripada e eu necessitava de vitamina Carlos naquele momentos. Meus sabores preferidos são o cupuaçu, laranja,  por conter açúcar natural, taperebá, graviola e maracujá. Se eu não conheço o local, eu não atrevo-me a pedir diferentes sabores para eu não ter surpresas desagradáveis. 

Passarela
Enquanto eu  esperava o peixe, eu degustava o filé, só que eu perdi muito tempo esperando ele ficar pronto, pois eu queria ter ido antes na trilha ecológica que eles dispõe nos fundos do restaurante. O restaurante   possui balanço para as crianças, lojas para comprar lembrancinhas, para quem não trouxe o biquini, na loja eles possuem saidas de praias e peças para banho, pois lá possui estrutura para tomar banho no Rio Guamá, eu não tomei banho mas vi as pessoas se divertindo muito no rio. O  rendário para as pessoas descansarem na rede, paga-se R $ 10,00 reais por uma hora e você pode descansar depois de tomar aquele saboros açai. 

a frente da loja de artesanato


Depois de comer o peixe grelhado, formos fazer o pedido do amigo do Jerome para nosso casamento. Eu gostei da idéia pois eu não havia visto nada igual. No envelope ou embalagem possui pedaço de papel vermelho no tamanho quadrado, possui muitos papéis com o mesmo tamanho.  O objetivo é o seguinte: você escreve o que você deseja para seu esposo, pra você ou para seu futuro.  Você pode escrever quantos pedidos você quiser e quantos desejos você queira que se torne verdade. Fizemos um vídeo fazendo esse pedido e o Jerome me ensinou como fazer. Primeiro pegue o pedaço de papel e escreva o seu desejo, pode ser vários num só papel ou em cada pedaço de papel, você decide o melhor, depois você amassa bem  o papel na mão e abra-o para enrolar fazendo um  rolo de papel, depois centralize no papel para base e vá a um local aberto que possua ventilação ou vento e queime o papel antes de queimar sua mão não esqueça de soltar o papel e o seu pedido vai encontrar o seu desejo eu um lugar para ser realizado. Fizemos três vezes, pois cada um fez um pedido especial e as pessoas não estavam entendendo muito bem o que estava acontecendo ali.



Logo depois de saímos para encontrar a tão esperada trilha.  Eles chamam de trilha um espaço atrás do restaurante que possuem várias espécies da Amazônia, como a árvore da Seringueira, a Samaúma, espécies difíceis de serem encontrada em qualquer quintal. Eles possuem várias espécies de árvores num só lugar. A árvore de Cacau, Cupuaçu, Jambo, Açai, Buriti e Bananeira.  O destaque é para a árvore da Samaúma, que é enorme, só a raiz  dela mede em torno de 10 a 15 metros de comprimento ou mais. Só de olhar já tive a vasta idéia que  no total do tronco mede aproximadamente 200 metros quadrados, o equivalente a uma casa simples na área rural e não para por aí, ela possui um gigantesco tronco que você se perde com a imensidão da árvore que mais se parece um Iceberg na floresta amazônica.  Atrás da árvore possui labirintos gigantes que mais parece uma caverna e é muito perigoso encontrar por ali cobras e animais peçonhentos.  O mais apropriado para visitar a trilha é ir com calça comprida jeans e se proteger dos maruins que não são tão amigáveis às pessoas. Levar protetor solar e repelentes é a melhor opção para não voltar com mordidas de insetos. Aproveitei para brincar do desafio de se pendurar na árvore e lembrei do tempo de criança que meu maior desafio era pegar aquela manga madura no quintal da minha vovó e adorava também o desafio de descascar o fruta pão para cozinhar e depois comer no café da tarde.  Saudades dos tempos que o maior desafio era pegar alguma fruta no quintal do vizinho.



A volta pra casa era mais relaxada, depois de  uma maravilhosa tarde na ilha. Tivemos mais adrenalina na volta pra casa ensopados com o toró de chuva, pois viemos na parte detrás do barco , para não perdermos nenhum momento na travessia no Rio Guamá.
Aos poucos nos aproximamos da cidade de Belém e nos despedimos da ilha. Já estamos com saudades!




Barco à vela na ilha do Combu

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Ilha de Mosqueiro






Em uma volta a Ilha de Mosqueiro, num dia ensolarado, acompanhada de Laudiana Beckman, Arthur Valente e Jerome Shaw, nós resolvemos almoçar na Ilha de Mosqueiro, atraídos pelas ondas da praia e a procura de um bom local para refrescar, como o clima em Belém do Pará estava intenso e muito quente, optamos por um rápido passeio na Ilha de Mosqueiro, porque é mais perto de Belém, aproximadamente 1:30h (Uma hora e trinta minutos) em  ônibus de viagem, com saída pelo Terminal Rodoviário de Belém, localizado na Av. Almirante Barroso, próximo ao Mercado de São Brás,  a passagem era mais barata e custava apenas R$ 9,00 ( Nove Reais), como não ficaríamos hospedados em hotéis naquele dia, saímos cedo, aproximadamente às 9:00h (AM) da manhã, o aconselhável é sair mais cedo para aproveitar e conhecer melhor o lugar, caminhar pelas praias, tomar sorvete, tacacá, vatapá, maniçoba, tapioca e outras comidinhas. Dois dias de passeio na ilha, você pode conhecer tudo praticamente.





A classe econômica mais popular procura as praias de Mosqueiro por ser mais perto da cidade. Então você vai encontrar todos os tipos de pessoas lá.

Durante nossa visita a esta maravilhosa ilha, tinham sempre vendedores ambulantes oferecendo de tudo, tais como: saída de praia, biquínis, óculos de sol, camarão fresco e salgado em paneiro, bombons, pipas, doce de cocada, feita com coco e outros sabores, pasteizinhos, docinhos, brigadeiros, água de coco, água mineral, refrigerantes, sorvetes e muito mais.

Era mês de Junho e as praias estavam pouco movimentadas neste período, mesmo assim havia um grande número de pessoas no local.

Compramos as passagens e aguardávamos a saída do ônibus na fila do terminal de embarque para Mosqueiro.
Na chegada do ônibus, sentamos logo na frente, aguardamos a viagem até a Ilha.










Eu já tinha ido em Mosqueiro várias vezes para ficar na casa de amigos, mas fazia um tempão, mais ou menos uns cinco anos ou mais que eu não ia por essas bandas.

As principais praias de Mosqueiro são:
Praia Ariramba;
Praia do Paraíso;
Praia do Farol;
Praia Marahu;
Praia Chapéu Virado;
Praia Murubira;
Praia São Francisco
Praia Baía do Sol;
Praia do Bispo;
Praia Grande;
Praia Carananduba;
Praia do Porto Arthur.



Aproveitando que meu noivo veio ao Brasil, eu fui apresentá-lo minha cidade e mostrá-lo tudo.

A ilha de Mosqueiro é uma ilha com mais de 20 praias, somando os rios e igarapés, a água doce é uma das grandes características dessas praias, com aproximadamente 72 km do centro da capital. Você pode optar por ir de ônibus de viagens, ônibus comum, van ou carro, a passagem é um pouco mais barata indo de ônibus comum, mas não é confortável, esse tipo de ônibus não tem  ar condicionado. Já os ônibus de viagem e as vans, tem poltronas confortáveis e ar-condicionado, além de ser mais seguro, confortável e mais rápido. Todos os transportes percorrem o mesmo caminho do ônibus de viagem.








Em períodos de férias, se prepare logo para pegar uma fila enorme de engarrafamento na Rodovia Br 316 e os ônibus vão super lotados, sendo estressante e impossível trafegar nesses períodos de pico. Na época do verão, as ondas são constantes, a ilha fica lotada nos períodos de férias e feriados atraindo muitos turistas.

Descemos do ônibus na Praia do Murubira e caminhamos até encontrarmos um lugar para  um maravilhoso almoço. Antes de almoçarmos pedimos iscas de calabresa para petiscar e aguardamos o nosso almoço, que demorou um pouquinho. Almoçamos um delicioso prato de Peixe frito com salada crua com alface, rodelas de cebola, limão, tomate e o delicioso molho de  vinagrete com picados de cebola, cheiro-verde, tomate, sal e vinagre, com direito a farofa de farinha de mandioca fina. Acompanhado de sucos e refrigerantes.





Neste dia eu lembro-me como se fosse hoje, para minha surpresa o Jerome pediu-me para trocar nossos status nas redes sociais, eu fiquei tão emocionada. Ele disse que nunca tinha mudado seu status, pra mim era normal, até porque eu não devo satisfações a ninguém mesmo e isso seria somente um símbolo, o que realmente importava era que nós estávamos felizes juntos e curtindo muito nossos momentos. Claro que eu amei a ideia e  foi neste momento que ele aproveitou e pediu-me em namoro oficialmente.

Logo que terminamos de almoçar, saímos caminhando pela beira da praia e resolvemos mergulhar. Tomar um banho para aliviarmos do calor e a tensão do dia. No restaurante, onde nós almoçamos tinha banheiro para trocar a roupa. Aqui tem que ter paciência, pois a fila para usar o banheiro sempre estão lotadas. Então pedimos para trocar de roupa e fomos correndo para a praia aproveitando as ondas deste lugar. Foram 15 minutinhos de mergulho e já estava ficando tarde tivemos que nos arrumar para voltar a Belém. Que pena que foi somente um dia. E que dia agradável! se fizéssemos gosto ficaríamos longos dias por lá, mas tínhamos muita coisa para resolvermos em Belém e fomos obrigados a voltar.

Visitamos a Praia do Ariramba, Murubira, Chapéu Virado, Praia do Farol, fomos caminhando e fotografando até onde tem a Sorveteria Cairu, tomamos um sorvete de cupuaçu, açaí e coco nevado. Depois no final da tarde pegamos uma van e fomos até o terminal para pegarmos um ônibus para voltar a Belém.

Mosqueiro é uma ilha bucólica, apelido da Ilha, mas que atrai muitos turistas de todos os lugares para conhecerem essa tranquilidade. A praia de Mosqueiro tem mais pedras e as mais movimentadas é a Praia do Farol, onde fica a maior concentração de pessoas. Procure se afastar bastante das praias com pedras, você pode acabar se machucando.









Em época de veraneio, o melhor mesmo é reservar hotel, a ilha também dispõe de casas para aluguel por temporada, além das pousadas. Melhor mesmo é reunir os amigos e alugar uma casa.

As noites de Mosqueiro são muito badaladas e as ruas são bastante movimentada neste período. Carros com som, estão sempre enfeitando as calçadas e agitando a ilha por todas as lugares, a noite é o os sons são disputados ao redor da orla.

Não esqueça de se proteger do sol e  beber bastante água de coco para hidratar a pele. Se for ficar hospedado em hotel ou somente por um passeio rápido por um dia, sempre leve seu kit de emergência, tais como: toalha de banho e de rosto, repelente, protetor solar, bronzeador solar, sabonetes, roupas de banho, chapéu ou bonés, chinelos ou sandálias havaianas, roupas leves e não se esqueça do biquíni, maiô e sungas. Há algumas farmácias, mas os produtos são caros, se comparado ao centro de Belém. Hotéis, bares, restaurantes e  lugares para comer é o que não falta nesta ilha. Mas prepare seu o bolso, pois os preços são caríssimos. Mas qualquer preço se torna pequenininho se comparado ao lugar.









Na volta para Belém, fomos até a vila, ponto de saída dos ônibus, porque os ônibus que estavam passando pela orla de mosqueiro estavam todos lotados e para pegar ônibus vazio é sempre  bom sair antes das 5:00 (PM) horas da tarde, pois as filas para voltar de Mosqueiro são imensas, então, não espere ficar a noite para voltar de lá. Se você não quiser voltar de pé. É melhor se antecipar o bastante.











"Photography by Jerome Shaw for Travel Boldly used with permission."

terça-feira, 12 de julho de 2016

Museu Paraense Emílio Goeldi


Foto: Laudy Beckman / Museu Paraense Emílio Goeldi


Olá Pessoal!!!

Eu estou aqui para falar sobre esse lugar encantador, que conquista a criançada e os adultos também, eu estou falando do Museu Paraense Emílio Goeldi.
Museu Paraense Emílio Goeldi
Foto: Eloiza Beckman

Bom pessoal, eu não concordo muito em prenderem os animais em Museu ou Zoológico, mas no mês de Abril 2016, eu fui visitá-los para eu poder mostrar a vocês o pouquinho do cantinho de Belém do Pará no Brasil, somente desta forma, você pode acompanhar comigo e conhecer os pontos mais badalados de Belém e os pontos turísticos desta linda cidade e vocês estão todos convidados a  visitar a vontade  com segurança e tranquilidade.


Meu objetivo é justamente mostrar a vocês cada cantinho do Brasil, sei que meus leitores estão curiosos para saber e conhecer  sobre a famosa Cidade das Mangueiras - Belém do Pará, no Norte do Brasil. Então, venham conferir de perto nossas belezas naturais.



Foto: Laudy Beckman / Onça Pintada
O Museu Paraense Emílio Goeldi como é chamado no Brasil, localizado em Belém do Pará, especificamente na Av. Governador Magalhaes Barata, 376 - São Bráz, é um local para os animais, rodeado de árvores e plantas, o museu abriga diversos animais da fauna e da flora brasileira, é engraçado que os animais acabam se acostumando com a rotina dos Museus (Zoológicos), e eu podia perceber que alguns faziam poses, caras e bocas para que os visitantes conseguissem tirar a melhor foto deles, claro! nem todos são apaixonados por foto, por exemplo, a onça pintada ficou tão nervosa, que quase urinou em um senhor que estava a poucos metros distante do cativeiro dela, mas eu já havia desconfiado do comportamento daquela onça, ela parecia pensativa e preocupada e andava pra lá e pra cá, parecia que ela estava planejando alguma coisa, e não é que ela estava planejando mesmo! Hehehe! Que menina (Onça) atrevida!


Legal ver as crianças divertindo-se e ficarem impressionadas com os animais, logo na entrada a espera na fila para visitar alguns lugares super interessantes e observar os comportamentos dos animais e da criançada também, algumas crianças ainda na fila de entrada, já estavam com medo de entrar no museu, normal de algumas crianças, eu tentei registrar tudo e o melhor possível para mostrar com todo carinho o Museu para vocês. É bem legal que os animais ajudam na hora que você vai fotografá-los. Esse comportamento deles é um complemento para mais emoção nas suas fotos. 


Alguns animais são dóceis e outros mais selvagens, cada um com seu estilo e temperamento natural que fazem do Museu um lugar único e encantador. Com apenas R$ 3,00 (Três reais) até o presente momento (os preços podem sofrer alterações, por gentileza sempre conferir os valores reais, pois, até o preço estipulado  no site do museu esta errado, então é melhor ligar para conferir mesmo), você pode visitar e conhecer mais as especies da Amazônia. Claro! que nem todos os animais estão no Museu ou (Zoológico), nem todos, mas alguns estão bem pertinho de vocês e podem conferir vindo visitar o Museu também.Quem tem carteira de meia-passagem pode aproveitar por R$ 1,50 (Um real e cinquenta centavos) por pessoa, verdade, verdadeira! E o mais legal, é que as crianças não pagam. então não tem desculpa de não levar seus filhos para conhecerem esse lugar no centro de Belém, sem falar na segurança do local e o ambiente bem agradável.

Teve um episódio bem interessante que aconteceu, o menino com mais ou menos 3 anos de idade , estava próximo do cativeiro dos macacos, mas ele estava brincando no seu triciclo, e os macacos tão empolgados com os visitantes que estavam presentes, que eles derrubaram a vasilha de alimentação, que logo caiu no chão e todos ficaram assustados, e o pequenino menino dirigiu tão rápido o triciclo dele e gritou: - Mamãe quero ir pra casa! Hahaha! Nada legal, não é pessoal? Mas na hora eu só faltei morrer de rir do episódio engraçado. Sorry! Foi tão inesperada a reação do macaco que assustou todo mundo, inclusive eu!


Foto: Eloiza Beckman / Castelinho
Há varias espécies que integram o Museu Paraense Emílio Goeldi e enriquecem ainda mais  esse espaço, depois de verificar algumas espécies que estavam lá, eu não vi a espécie humana presa lá dentro, para ver se é bom manter os animais presos. Hehehe! Estou falando a mais pura verdade! Deve ser extremamente estressante passar o tempo todo preso. Até nós, seres humanos, necessitamos algumas vezes e várias vezes de lugares que faça-nos sentirmos livres, imagine os animais! Fora esse detalhe, foi muito bom rever meus  queridos amigos no Museu (Zoológico), até  minha irmã estava lá, a anta!


Andando mais um pouco, eu nós encontrei o imenso jacaré, calma pessoal! Ele estava preso em uma grade de proteção, com uma cerca dentro de um lago, parecia dormindo ou esperando o momento certo para atacar. Hahaha! Parece filme de terror! O tamanho dele me deu medo, eu fiquei com tanto medo, que só fiquei alguns minutos olhando e não tive coragem de ficar mais. Eu sou Frouxa, né? Eu concordo com vocês. Nada disso! Eu só não queria ver ele fazer o que a onça pintada fez, hahaha! Parecia que a qualquer momento ele iria acordar.


Foto: Laudy Beckman/   Urubu-rei
Mais uma caminhada, eu encontrei o Urubu-rei, sério e de pouco papo, sujeito preto, com cabeça vermelha e algumas penas brancas, que parecia um cobertor cobrindo suas costas. 



Continuei caminhando para encontrar mais animais e eu encontrei a cutia - um roedor de pequeno porte, que andava solta pelo chão e se escondia entre as plantas, que linda! mas parecia assustada e estava se escondendo quando alguém aparecia. Eu tentei ir atrás dela, mas que nada! Eu não  conseguir alcançá-la, ela não morde mas é um animal arisco, parece um rato mas é bem maior que um rato.


O que me empolgou bastante foram os macacos, eles foram tão animados e divertidos que pareciam estarem em trapézio, fazendo malabares. Hahaha! Eles também se divertem com os visitantes, ouvir um guri (menino) falar, agora ficou mais divertido. Crianças gostam de aventuras e dramas mesmo, algo que dê mais emoção, nada muito melancólico.

E vocês nem podem imaginar quem eu encontrei lá, algumas índias, com seus trajes simples, seus corpos pintados e elas estavam fazendo desenhos nos visitantes, não é sempre que você encontra os índios no Museu, e atenção! Elas não estavam presas em jaulas e nem nuas, elas estavam mostrando o trabalho delas para os visitantes, porque na semana do dia 19 de Abril de 2016, era a semana das homenagens ao dia do Índio. Por isso tive a sorte de encontrar-las lá. Pois eu só conhecia mesmo em fotos de livros , na TV e nos jornais. Elas desenhavam os símbolos indígenas na pele dos visitantes. E parecia tatuagem mesmo!

Foto: Eloiza Beckman/ Arara / Figura: 1

Foto: Eloiza Beckman / Arara / Figura: 2 
Foto: Eloiza Beckman / Arara/ Figura: 3 


Foto: Eloiza Beckman / Arara / Figura 4 
Depois de rodar todo o museu, eu já estava tonta e me depararei com essa fofura que estava solta no Museu, quanto charme e simpatia foi ver as araras, sempre românticas e chamativas pelas penas vibrantes que embelezavam o ambiente com tantos coloridos cobrindo seu corpo, note nas sessões de fotos das figuras 1-3, que uma Arara atrevida se aproximou perto do local que eu estava fazendo pose para minha irmã Eloiza tirar minha foto, quando ela percebeu que eu estava sendo fotografada, ela veio também participar do cenário para capturarmos uma boa imagem na minha foto. Que honra! Quanta inteligencia! Eu não sei se ela gostou dos meus óculos ou a cor rosa da minha blusa, mas ela se aproximava para pousar também para as fotos, e eu querendo concorrer com ela, mas ela roubou a cena toda, que gracinha! hahahaahh! Agora acompanhe na figura 4, a satisfação e o estilo dela sendo fotografada, essa merece ser capa de revista! Eu estava imaginando que ela poderia subir no meu cabelo, as minhas irmãs gritaram: - Ela esta subindo no seu cabelo e eu rápido virei pra verificar, mas era só brincadeirinha delas, hahaha! Perfeito momento!!!!




GALERIA DE FOTOS DO MUSEU EMÍLIO GOELDI


Foto: Laudy Beckman / Lago dos Guarás 


Foto: Laudy Beckman /  Araras
Foto: Laudy Beckman /     Araras



Foto: Laudy Beckman / Macaco



Foto: Laudy Beckman /  Lago dos Guarás
Foto: Laudy Beckman / Passarela do Museu


Foto: Laudy Beckman / Macaco


Foto: Laudy Beckman / Lago dos Guarás
Foto: Laudy Beckman /     Jabuti


Foto: Laudy Beckman /     Bicho Preguiça  



Foto: Laudy Beckman /  Anta


Foto: Laudy Beckman  /   Repouso dos Guarás



Foto: Laudy Beckman   /  Guará



Foto: Eloiza Beckman /  
Laudy, treinando com arco e flecha.