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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Ilha de Mosqueiro






Em uma volta a Ilha de Mosqueiro, num dia ensolarado, acompanhada de Laudiana Beckman, Arthur Valente e Jerome Shaw, nós resolvemos almoçar na Ilha de Mosqueiro, atraídos pelas ondas da praia e a procura de um bom local para refrescar, como o clima em Belém do Pará estava intenso e muito quente, optamos por um rápido passeio na Ilha de Mosqueiro, porque é mais perto de Belém, aproximadamente 1:30h (Uma hora e trinta minutos) em  ônibus de viagem, com saída pelo Terminal Rodoviário de Belém, localizado na Av. Almirante Barroso, próximo ao Mercado de São Brás,  a passagem era mais barata e custava apenas R$ 9,00 ( Nove Reais), como não ficaríamos hospedados em hotéis naquele dia, saímos cedo, aproximadamente às 9:00h (AM) da manhã, o aconselhável é sair mais cedo para aproveitar e conhecer melhor o lugar, caminhar pelas praias, tomar sorvete, tacacá, vatapá, maniçoba, tapioca e outras comidinhas. Dois dias de passeio na ilha, você pode conhecer tudo praticamente.





A classe econômica mais popular procura as praias de Mosqueiro por ser mais perto da cidade. Então você vai encontrar todos os tipos de pessoas lá.

Durante nossa visita a esta maravilhosa ilha, tinham sempre vendedores ambulantes oferecendo de tudo, tais como: saída de praia, biquínis, óculos de sol, camarão fresco e salgado em paneiro, bombons, pipas, doce de cocada, feita com coco e outros sabores, pasteizinhos, docinhos, brigadeiros, água de coco, água mineral, refrigerantes, sorvetes e muito mais.

Era mês de Junho e as praias estavam pouco movimentadas neste período, mesmo assim havia um grande número de pessoas no local.

Compramos as passagens e aguardávamos a saída do ônibus na fila do terminal de embarque para Mosqueiro.
Na chegada do ônibus, sentamos logo na frente, aguardamos a viagem até a Ilha.










Eu já tinha ido em Mosqueiro várias vezes para ficar na casa de amigos, mas fazia um tempão, mais ou menos uns cinco anos ou mais que eu não ia por essas bandas.

As principais praias de Mosqueiro são:
Praia Ariramba;
Praia do Paraíso;
Praia do Farol;
Praia Marahu;
Praia Chapéu Virado;
Praia Murubira;
Praia São Francisco
Praia Baía do Sol;
Praia do Bispo;
Praia Grande;
Praia Carananduba;
Praia do Porto Arthur.



Aproveitando que meu noivo veio ao Brasil, eu fui apresentá-lo minha cidade e mostrá-lo tudo.

A ilha de Mosqueiro é uma ilha com mais de 20 praias, somando os rios e igarapés, a água doce é uma das grandes características dessas praias, com aproximadamente 72 km do centro da capital. Você pode optar por ir de ônibus de viagens, ônibus comum, van ou carro, a passagem é um pouco mais barata indo de ônibus comum, mas não é confortável, esse tipo de ônibus não tem  ar condicionado. Já os ônibus de viagem e as vans, tem poltronas confortáveis e ar-condicionado, além de ser mais seguro, confortável e mais rápido. Todos os transportes percorrem o mesmo caminho do ônibus de viagem.








Em períodos de férias, se prepare logo para pegar uma fila enorme de engarrafamento na Rodovia Br 316 e os ônibus vão super lotados, sendo estressante e impossível trafegar nesses períodos de pico. Na época do verão, as ondas são constantes, a ilha fica lotada nos períodos de férias e feriados atraindo muitos turistas.

Descemos do ônibus na Praia do Murubira e caminhamos até encontrarmos um lugar para  um maravilhoso almoço. Antes de almoçarmos pedimos iscas de calabresa para petiscar e aguardamos o nosso almoço, que demorou um pouquinho. Almoçamos um delicioso prato de Peixe frito com salada crua com alface, rodelas de cebola, limão, tomate e o delicioso molho de  vinagrete com picados de cebola, cheiro-verde, tomate, sal e vinagre, com direito a farofa de farinha de mandioca fina. Acompanhado de sucos e refrigerantes.





Neste dia eu lembro-me como se fosse hoje, para minha surpresa o Jerome pediu-me para trocar nossos status nas redes sociais, eu fiquei tão emocionada. Ele disse que nunca tinha mudado seu status, pra mim era normal, até porque eu não devo satisfações a ninguém mesmo e isso seria somente um símbolo, o que realmente importava era que nós estávamos felizes juntos e curtindo muito nossos momentos. Claro que eu amei a ideia e  foi neste momento que ele aproveitou e pediu-me em namoro oficialmente.

Logo que terminamos de almoçar, saímos caminhando pela beira da praia e resolvemos mergulhar. Tomar um banho para aliviarmos do calor e a tensão do dia. No restaurante, onde nós almoçamos tinha banheiro para trocar a roupa. Aqui tem que ter paciência, pois a fila para usar o banheiro sempre estão lotadas. Então pedimos para trocar de roupa e fomos correndo para a praia aproveitando as ondas deste lugar. Foram 15 minutinhos de mergulho e já estava ficando tarde tivemos que nos arrumar para voltar a Belém. Que pena que foi somente um dia. E que dia agradável! se fizéssemos gosto ficaríamos longos dias por lá, mas tínhamos muita coisa para resolvermos em Belém e fomos obrigados a voltar.

Visitamos a Praia do Ariramba, Murubira, Chapéu Virado, Praia do Farol, fomos caminhando e fotografando até onde tem a Sorveteria Cairu, tomamos um sorvete de cupuaçu, açaí e coco nevado. Depois no final da tarde pegamos uma van e fomos até o terminal para pegarmos um ônibus para voltar a Belém.

Mosqueiro é uma ilha bucólica, apelido da Ilha, mas que atrai muitos turistas de todos os lugares para conhecerem essa tranquilidade. A praia de Mosqueiro tem mais pedras e as mais movimentadas é a Praia do Farol, onde fica a maior concentração de pessoas. Procure se afastar bastante das praias com pedras, você pode acabar se machucando.









Em época de veraneio, o melhor mesmo é reservar hotel, a ilha também dispõe de casas para aluguel por temporada, além das pousadas. Melhor mesmo é reunir os amigos e alugar uma casa.

As noites de Mosqueiro são muito badaladas e as ruas são bastante movimentada neste período. Carros com som, estão sempre enfeitando as calçadas e agitando a ilha por todas as lugares, a noite é o os sons são disputados ao redor da orla.

Não esqueça de se proteger do sol e  beber bastante água de coco para hidratar a pele. Se for ficar hospedado em hotel ou somente por um passeio rápido por um dia, sempre leve seu kit de emergência, tais como: toalha de banho e de rosto, repelente, protetor solar, bronzeador solar, sabonetes, roupas de banho, chapéu ou bonés, chinelos ou sandálias havaianas, roupas leves e não se esqueça do biquíni, maiô e sungas. Há algumas farmácias, mas os produtos são caros, se comparado ao centro de Belém. Hotéis, bares, restaurantes e  lugares para comer é o que não falta nesta ilha. Mas prepare seu o bolso, pois os preços são caríssimos. Mas qualquer preço se torna pequenininho se comparado ao lugar.









Na volta para Belém, fomos até a vila, ponto de saída dos ônibus, porque os ônibus que estavam passando pela orla de mosqueiro estavam todos lotados e para pegar ônibus vazio é sempre  bom sair antes das 5:00 (PM) horas da tarde, pois as filas para voltar de Mosqueiro são imensas, então, não espere ficar a noite para voltar de lá. Se você não quiser voltar de pé. É melhor se antecipar o bastante.











"Photography by Jerome Shaw for Travel Boldly used with permission."

terça-feira, 12 de julho de 2016

Museu Paraense Emílio Goeldi


Foto: Laudy Beckman / Museu Paraense Emílio Goeldi


Olá Pessoal!!!

Eu estou aqui para falar sobre esse lugar encantador, que conquista a criançada e os adultos também, eu estou falando do Museu Paraense Emílio Goeldi.
Museu Paraense Emílio Goeldi
Foto: Eloiza Beckman

Bom pessoal, eu não concordo muito em prenderem os animais em Museu ou Zoológico, mas no mês de Abril 2016, eu fui visitá-los para eu poder mostrar a vocês o pouquinho do cantinho de Belém do Pará no Brasil, somente desta forma, você pode acompanhar comigo e conhecer os pontos mais badalados de Belém e os pontos turísticos desta linda cidade e vocês estão todos convidados a  visitar a vontade  com segurança e tranquilidade.


Meu objetivo é justamente mostrar a vocês cada cantinho do Brasil, sei que meus leitores estão curiosos para saber e conhecer  sobre a famosa Cidade das Mangueiras - Belém do Pará, no Norte do Brasil. Então, venham conferir de perto nossas belezas naturais.



Foto: Laudy Beckman / Onça Pintada
O Museu Paraense Emílio Goeldi como é chamado no Brasil, localizado em Belém do Pará, especificamente na Av. Governador Magalhaes Barata, 376 - São Bráz, é um local para os animais, rodeado de árvores e plantas, o museu abriga diversos animais da fauna e da flora brasileira, é engraçado que os animais acabam se acostumando com a rotina dos Museus (Zoológicos), e eu podia perceber que alguns faziam poses, caras e bocas para que os visitantes conseguissem tirar a melhor foto deles, claro! nem todos são apaixonados por foto, por exemplo, a onça pintada ficou tão nervosa, que quase urinou em um senhor que estava a poucos metros distante do cativeiro dela, mas eu já havia desconfiado do comportamento daquela onça, ela parecia pensativa e preocupada e andava pra lá e pra cá, parecia que ela estava planejando alguma coisa, e não é que ela estava planejando mesmo! Hehehe! Que menina (Onça) atrevida!


Legal ver as crianças divertindo-se e ficarem impressionadas com os animais, logo na entrada a espera na fila para visitar alguns lugares super interessantes e observar os comportamentos dos animais e da criançada também, algumas crianças ainda na fila de entrada, já estavam com medo de entrar no museu, normal de algumas crianças, eu tentei registrar tudo e o melhor possível para mostrar com todo carinho o Museu para vocês. É bem legal que os animais ajudam na hora que você vai fotografá-los. Esse comportamento deles é um complemento para mais emoção nas suas fotos. 


Alguns animais são dóceis e outros mais selvagens, cada um com seu estilo e temperamento natural que fazem do Museu um lugar único e encantador. Com apenas R$ 3,00 (Três reais) até o presente momento (os preços podem sofrer alterações, por gentileza sempre conferir os valores reais, pois, até o preço estipulado  no site do museu esta errado, então é melhor ligar para conferir mesmo), você pode visitar e conhecer mais as especies da Amazônia. Claro! que nem todos os animais estão no Museu ou (Zoológico), nem todos, mas alguns estão bem pertinho de vocês e podem conferir vindo visitar o Museu também.Quem tem carteira de meia-passagem pode aproveitar por R$ 1,50 (Um real e cinquenta centavos) por pessoa, verdade, verdadeira! E o mais legal, é que as crianças não pagam. então não tem desculpa de não levar seus filhos para conhecerem esse lugar no centro de Belém, sem falar na segurança do local e o ambiente bem agradável.

Teve um episódio bem interessante que aconteceu, o menino com mais ou menos 3 anos de idade , estava próximo do cativeiro dos macacos, mas ele estava brincando no seu triciclo, e os macacos tão empolgados com os visitantes que estavam presentes, que eles derrubaram a vasilha de alimentação, que logo caiu no chão e todos ficaram assustados, e o pequenino menino dirigiu tão rápido o triciclo dele e gritou: - Mamãe quero ir pra casa! Hahaha! Nada legal, não é pessoal? Mas na hora eu só faltei morrer de rir do episódio engraçado. Sorry! Foi tão inesperada a reação do macaco que assustou todo mundo, inclusive eu!


Foto: Eloiza Beckman / Castelinho
Há varias espécies que integram o Museu Paraense Emílio Goeldi e enriquecem ainda mais  esse espaço, depois de verificar algumas espécies que estavam lá, eu não vi a espécie humana presa lá dentro, para ver se é bom manter os animais presos. Hehehe! Estou falando a mais pura verdade! Deve ser extremamente estressante passar o tempo todo preso. Até nós, seres humanos, necessitamos algumas vezes e várias vezes de lugares que faça-nos sentirmos livres, imagine os animais! Fora esse detalhe, foi muito bom rever meus  queridos amigos no Museu (Zoológico), até  minha irmã estava lá, a anta!


Andando mais um pouco, eu nós encontrei o imenso jacaré, calma pessoal! Ele estava preso em uma grade de proteção, com uma cerca dentro de um lago, parecia dormindo ou esperando o momento certo para atacar. Hahaha! Parece filme de terror! O tamanho dele me deu medo, eu fiquei com tanto medo, que só fiquei alguns minutos olhando e não tive coragem de ficar mais. Eu sou Frouxa, né? Eu concordo com vocês. Nada disso! Eu só não queria ver ele fazer o que a onça pintada fez, hahaha! Parecia que a qualquer momento ele iria acordar.


Foto: Laudy Beckman/   Urubu-rei
Mais uma caminhada, eu encontrei o Urubu-rei, sério e de pouco papo, sujeito preto, com cabeça vermelha e algumas penas brancas, que parecia um cobertor cobrindo suas costas. 



Continuei caminhando para encontrar mais animais e eu encontrei a cutia - um roedor de pequeno porte, que andava solta pelo chão e se escondia entre as plantas, que linda! mas parecia assustada e estava se escondendo quando alguém aparecia. Eu tentei ir atrás dela, mas que nada! Eu não  conseguir alcançá-la, ela não morde mas é um animal arisco, parece um rato mas é bem maior que um rato.


O que me empolgou bastante foram os macacos, eles foram tão animados e divertidos que pareciam estarem em trapézio, fazendo malabares. Hahaha! Eles também se divertem com os visitantes, ouvir um guri (menino) falar, agora ficou mais divertido. Crianças gostam de aventuras e dramas mesmo, algo que dê mais emoção, nada muito melancólico.

E vocês nem podem imaginar quem eu encontrei lá, algumas índias, com seus trajes simples, seus corpos pintados e elas estavam fazendo desenhos nos visitantes, não é sempre que você encontra os índios no Museu, e atenção! Elas não estavam presas em jaulas e nem nuas, elas estavam mostrando o trabalho delas para os visitantes, porque na semana do dia 19 de Abril de 2016, era a semana das homenagens ao dia do Índio. Por isso tive a sorte de encontrar-las lá. Pois eu só conhecia mesmo em fotos de livros , na TV e nos jornais. Elas desenhavam os símbolos indígenas na pele dos visitantes. E parecia tatuagem mesmo!

Foto: Eloiza Beckman/ Arara / Figura: 1

Foto: Eloiza Beckman / Arara / Figura: 2 
Foto: Eloiza Beckman / Arara/ Figura: 3 


Foto: Eloiza Beckman / Arara / Figura 4 
Depois de rodar todo o museu, eu já estava tonta e me depararei com essa fofura que estava solta no Museu, quanto charme e simpatia foi ver as araras, sempre românticas e chamativas pelas penas vibrantes que embelezavam o ambiente com tantos coloridos cobrindo seu corpo, note nas sessões de fotos das figuras 1-3, que uma Arara atrevida se aproximou perto do local que eu estava fazendo pose para minha irmã Eloiza tirar minha foto, quando ela percebeu que eu estava sendo fotografada, ela veio também participar do cenário para capturarmos uma boa imagem na minha foto. Que honra! Quanta inteligencia! Eu não sei se ela gostou dos meus óculos ou a cor rosa da minha blusa, mas ela se aproximava para pousar também para as fotos, e eu querendo concorrer com ela, mas ela roubou a cena toda, que gracinha! hahahaahh! Agora acompanhe na figura 4, a satisfação e o estilo dela sendo fotografada, essa merece ser capa de revista! Eu estava imaginando que ela poderia subir no meu cabelo, as minhas irmãs gritaram: - Ela esta subindo no seu cabelo e eu rápido virei pra verificar, mas era só brincadeirinha delas, hahaha! Perfeito momento!!!!




GALERIA DE FOTOS DO MUSEU EMÍLIO GOELDI


Foto: Laudy Beckman / Lago dos Guarás 


Foto: Laudy Beckman /  Araras
Foto: Laudy Beckman /     Araras



Foto: Laudy Beckman / Macaco



Foto: Laudy Beckman /  Lago dos Guarás
Foto: Laudy Beckman / Passarela do Museu


Foto: Laudy Beckman / Macaco


Foto: Laudy Beckman / Lago dos Guarás
Foto: Laudy Beckman /     Jabuti


Foto: Laudy Beckman /     Bicho Preguiça  



Foto: Laudy Beckman /  Anta


Foto: Laudy Beckman  /   Repouso dos Guarás



Foto: Laudy Beckman   /  Guará



Foto: Eloiza Beckman /  
Laudy, treinando com arco e flecha.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Conheça as diferentes formas de curtir o Carnaval no Brasil.





Vídeo do Carnaval no Brasil


O Carnaval é uma das festas mais populares e mais animada do mundo, tendo origem no entrudo português. Em épocas passadas as pessoas jogavam uma nas outras água, ovos e farinha. Esta festa acontecia em um período anterior a quaresma, dando ênfase a liberdade de expressão.


O Carnaval acontecia em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias caracterizando personagens europeus como a colombiana, o Pierrô, o Rei Momo tornando-se populares também no Brasil. Esses eram os tipos de festas que aconteciam na França e na Itália e chegaram ao Brasil por volta do século XVII.

Foi no século XIX, que começaram a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos corsos tornando-se populares no inicio do século XX. As pessoas se divertiam fantasiando-se, decorando seus carros e saiam pelas ruas das cidades, dando origem aos carros alegóricos representando as escolas de samba.


As máscaras de carnaval, na loja de artesanato.
Olinda- Pernambuco- Brasil. 





Foi no século XX, que o Carnaval no Brasil tornou-se popular, devido as famosas marchinhas carnavalescas, tornado-se o Carnaval mais animado e contagiante.

A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar, criada pelo sambista Ismael Silva e logo depois tornou-se Estácio de Sá. Este foi o primeiro incentivo para que novas escolas surgissem, organizadas em Ligas de Escolas de Samba. Iniciaram-se neste período os primeiros campeonatos de escola de samba para escolher a melhor dos destaques nos desfiles.


O Carnaval com todos os seus excessos, celebrado como um acontecimento profano, pode ser considerado um ato de despedida aos prazeres da carne. Isso geralmente acontece em fevereiro, o mês mais quente no hemisfério sul, quando o verão do Rio está em seu pico.

Há celebrações de carnaval em praticamente todos os cantos do Brasil, sendo os mais conhecidos em Recife, juntamente com a vizinha Olinda e Salvador. Mas o Carnaval maior e mais famoso é, sem dúvida, o Carnaval no Rio de Janeiro.

No Brasil você pode encontrar várias opções de diversões no Carnaval e em cada região se diferencia com cada cultura nativa em ritmos diferentes e criatividade de cada povo, não perdendo a essência e o objetivo da festa carnavalesca que é a livre expressão, com muita diversão, alegria, animação e folia.

Ruas de Olinda - Pernambuco - Brasil
Este ano, em Belém do Pará, o Carnaval foi só alegria, muita cor e muito brilho, eu pude participar pela primeira vez do Bailinho de Carnaval junto com meu cunhado Arthur e minha irmã Ana, evento realizado na Estação das Docas para as crianças se divertirem e claro acompanhadas de seus familiares, que capricharam nas fantasias. O clima foi só alegria,  diversão e muita brincadeira bacana no bailinho das crianças, foi muito interessante ver as crianças se divertindo com seus familiares e o mais incrível de tudo é que os adultos respeitavam os espaços das crianças, muito lindo isso! A alegria estava estampada em cada olhar e no sorriso de cada criança. A Estação das Docas estava lotada e não parava de chegar mais pessoas para aproveitarem a folia do carnaval. O clima foi de total segurança e harmônia, os brincantes se divertiam ao som da musica mecânica, bateria do Rancho e a animação do Tio Chocolate. Com certeza, retornarei ano que vem para compartilhar a alegria e cair na folia.



Loja de artesanato em Olinda- Pernambuco - Brasil

Além dos bailes de Carnaval, em cada canto do Pará você pode encontrar a animação dos blocos carnavalescos. A Aldeia Amazônica no bairro da Pedreira abriu alas para os desfiles das Escolas de Samba, as mais conhecidas são o Império de Samba Quem São Eles, A Associação Carnavalesca Bole-Bole, o Império Pedreirense, o Racho Não Posso me Amofiná, e entre outras escolas de samba que fazem a alegria dos desfiles em Belém.

Existem também os blocos de Carnaval que fazem a cabeça dos foliões pelas ruas de Belém e a festa não tem hora para acabar. Assim também como os bailes de Carnaval em ambientes fechados como boates, salões de festa. E a animação continua neste ritmo em cada canto do Brasil.

A sombrinha do Frevo alegra a loja de artesanato,
Olinda - Pernambuco - Brasil
O famoso bloco pretinho do mangue é muito criativo e divertido e faz a alegria do Carnaval de Curuçá, os foliões se caracterizam cobertos com lama, um tipo de bloco ecológico que tem como tema principal a preservação do meio ambiente, homenageando os manguezais e os caranguejos da região.
Já em Vigia, região nordeste do Pará, já é tradição os foliões animarem a todos vestidos de mulher e só podem participar homens formando o bloco "As Vigienses".
Na terra do carimbó não podia faltar a sensualidade e a alegria do carimbó que diferencia o Carnaval de Marapanim, com um ritmo forte e contagiante do trio elétrico Carnarimbó, que alegra os foliões ao som do carimbó.
Na Ilha de Mosqueiro, o Carnaval sacode a todos com blocos carnavalescos e desfiles de  escolas de samba.

Em regiões no nordeste do Brasil como em Recife no estado de Pernambuco, ainda se manteve os tradicionais Carnavais de rua no ritmo do Frevo e o Maracatu. O destaque são para os bonecos gigantes que invadem as ruas de Olinda e encantam a todos na folia.

Bonecos gigantes de Olinda -
 Pernambuco- Brasil
Eu estive em novembro de 2015 em Pernambuco, para ver de perto as ruas de Olinda e Recife, local que é palco das festas carnavalescas e os blocos de rua, por onde você passa é muito forte os registros do carnaval na cidade, as ruas todas alegres e as casas pintadas de cores vibrantes mostra que realmente o Carnaval faz presença na vida dos pernambucanos. Recife é uma boa opção para quem gosta de agitação, um dos pontos fortes em Recife são os blocos de ruas que saem em grupos nas ladeiras de Olinda e contagiam os foliões com as marchinhas de Carnaval embalados pelos ritmos do Frevo e o Maracatu. Eu conheci o Mercado da Ribeira e vi de perto os famosos bonecos gigantes que fazem a cabeça do Carnaval de Olinda. Quando eu entrei no mercado eu já comecei a contagiar-me com o ritmo do Frevo, que estava tocando naquele momento, eu já me sentia no carnaval ali mesmo, tentei arrastar os pés com alguns passinhos para aprender a dançar o Frevo com o auxilio do meu guia Wellington, mas mesmo assim eu não conseguir aprender os passos, eu necessitava de mais treino, e em uma simples tarde eu não conseguiria aprendê-lo, pois o Frevo tem vários passos e necessita de muita disposição e energia, mesmo eu arrastando o chinelo eu cansei, imagine se eu descesse as ladeiras das ruas de Recife dançando o Frevo. Ufa! Eu ainda pude acompanhar um ensaio de carnaval  próximo da faculdade FOCCA, um grupo de jovens estavam ensaiando no exato momento que eu passei. Legal conhecer novos ritmos e cada cultura do nosso país. Caminhando nas ruas de Recife eu encontrava por todas as partes os bonecos  nos telhados das casas e máscaras enfeitavam as frentes das casas e de algumas lojas,  isso é muito marcante   em Recife.

Em Salvador, os baianos se divertem em um ritmo contagiante dos trios elétricos que agitam a todos os foliões através de musicas dançantes de cantores e grupos típicos da região, destacando-se os blocos negros como o Olodum e o IIeyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé, filhos de Gandhi.




O samba paulistano foi influenciado por outros ritmos fortemente percussivos e trazia na sua melodia a marca do momento histórico e da repressão policial sofrida pelos sambistas. A origem geográfica das manifestações de samba em São Paulo está intimamente ligada às zonas fabris.

A tradição carnavalesca paulistana era centralizada nos desfiles de cordões (atualmente chamados desfiles das escolas de samba) que ocorriam paralelamente e em harmonia com outras manifestações carnavalescas do quadro cultural paulistano.

Na década de 50, começaram a surgir as primeiras Escolas de Samba, inspiradas nas agremiações do Rio de Janeiro. O primeiro desfile não oficial aconteceu no Ibirapuera, em 1955.

Em 1968, ocorreu o primeiro desfile oficial das Escolas de Samba, realizado na Avenida São João. A partir daí, e com o apoio da Prefeitura Municipal de São Paulo, o Carnaval paulista não parou de crescer.






O Carnaval do Rio de Janeiro são considerados  um dos maiores Carnavais do mundo, tem toda uma estrutura e é caracterizados por grandes desfiles na Avenidas principais destas regiões. pesar do Carnaval ser comemorado em cidades e vilas por todo o Brasil e outros países católicos, o Rio de Janeiro é considerado a capital mundial do Carnaval. O Carnaval do Rio não é apenas o maior Carnaval do mundo, mas também  um ponto de referência contra o qual todos os outros são comparados. O Carnaval é um dos mais interessantes eventos artísticos do Planeta. Quase todo mundo já ouviu falar do Carnaval carioca. Além de receber turistas de todos os estados brasileiros, o Rio também recebe milhares de visitantes estrangeiros que soma cerca de 500 mil por ano.   O Carnaval teve um longo caminho desde que foi trazido para o Rio, tendo se tornado um dos maiores eventos do mundo. Um dos mais recentes desenvolvimentos importantes foi que o maior desfile de samba do mundo foi levado para uma área especialmente construída para este fim, o Sambódromo.