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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Melhores motivos para conhecer Belém





Em Belém do Pará, você tem muito o que aproveitar e muitos lugares para visitar, a minha dica é a seguinte:  Se hospede no centro de Belém para não pegar muito transporte e engarrafamento e passar horas no trânsito, pois o transito em Belém é horrível, os horários de maiores picos são pela manhã, entre às 6:00 h até às 8:00h, a tarde  de 12:00h até às 13:00 e a noite, entre às 18:00h até às 19:00h.



Belém tem de tudo, desde a chuvinha da tarde até o sol escaldante. Tudo que uma cidade metrópole tem, engarrafamento, restaurantes, bares, lanchonetes, Museu, bosque, lindíssimas praças, comidas regionais, shoppings, lojas, bancos, teatros, hotéis, edifício, tem muita coisa boa em Belém do Pará. 


Agora você pode contar com os ônibus expressos do sistema BRT Belém, que começaram a circular em Belém desde o mês de Julho de 2016,  . O trajeto do BRT Belém liga o Bairro de São Brás em Belém até o Mangueirão, onde fica a estação do BRT, o objetivo principal é ligar a cidade de Belém até a Ilha de Icoaraci, mas os paraenses terão que esperar mais um pouco, porque as obras ainda não estão concluídas. O ônibus expresso é amplo e confortável com ar-condicionado, poltronas confortáveis e mais rápido que um ônibus comum, facilitando o tempo e a vida das pessoas.


E para conhecer os pontos mais badalados e mais frequentados é melhor se hospedar mesmo no centro da cidade, onde tem toda uma estrutura e onde fica localizado os melhores pontos turísticos de Belém. 


Você necessita mais de 5 cinco dias para conhecer, digamos 30% da cidade de Belém, porque a cidade é enorme e tem muita coisa boa para explorar. O melhor período para conhecer Belém é no Verão de Julho à Dezembro, onde as chuvas dão uma trégua e você aproveita a cidade para não se molhar, mas não esqueça de trazer a sombrinha e o protetor solar, o sol as vezes castiga e a chuva não tem hora para chegar, ela gosta de chegar de surpresa, quando menos se espera. O cuidado com a pele é essencial, mesmo que não esteja fazendo sol, a proteção solar tem que ser redobrada, para cuidar da sua pele indicamos os produtos Natura, são produtos extraídos da floresta da Amazônia e os preços são bem acessíveis, o que tem mais especial que os produtos desta marca tem a responsabilidade com o meio ambiente e o ecossistema.


As praias ficam um pouco distante da cidade mas sempre tem transporte seguro para você ir até lá. Além das praias lindíssimas, você pode também aproveitar e conhecer os igarapés, que também ficam um pouco distante. Então, por esse motivo que é melhor mesmo passar mais tempo para conhecer todos os pontos turísticos de Belém.



Os melhores períodos para visitar Belém são:



Mês de Fevereiro, onde acontecem os famosos blocos de carnavais tipicamente regionais. 



No mês de Junho que acontecem as festas juninas, com danças regionais com o ritmo do Carimbó.



No mês de Julho onde os veranistas estão todos nas praias e há sempre programação de Verão.



No mês de Outubro acontece a maior festa religiosa dos Paraenses, o Círio de Nazaré, o costume é que os romeiros saem andando de vários lugares do estado do Pará, pagando promessas. A festa reúne o maior número de pessoas e atraia turistas de todos os lugares do mundo, numa só corrente religiosa. 






Alguns pontos turísticos de Belém do Pará

  • Estação das Docas


  • · Mangal das Garças

· 

  •  Museu Paraense Emílio Goldi



  • · Mercado Ver-o -Peso



  • · Bosque Rodrigues Alves


  • · Forte do Castelo de Belém



  • · Parque da Residência




Melhores Praias:

  • Ilha do Marajó

  • Ilha de Cotijuba


  • Ilha de Mosqueiro




  • Ilha de Icoaraci





Teatros


  • Theatro da Paz





Igrejas 




    • Igreja Basílica de Nossa Senhora de Nazaré










    Photos used with permission:
    "Photography by Jerome Shaw for Travel Boldly used with permission."

    terça-feira, 12 de julho de 2016

    Museu Paraense Emílio Goeldi


    Foto: Laudy Beckman / Museu Paraense Emílio Goeldi


    Olá Pessoal!!!

    Eu estou aqui para falar sobre esse lugar encantador, que conquista a criançada e os adultos também, eu estou falando do Museu Paraense Emílio Goeldi.
    Museu Paraense Emílio Goeldi
    Foto: Eloiza Beckman

    Bom pessoal, eu não concordo muito em prenderem os animais em Museu ou Zoológico, mas no mês de Abril 2016, eu fui visitá-los para eu poder mostrar a vocês o pouquinho do cantinho de Belém do Pará no Brasil, somente desta forma, você pode acompanhar comigo e conhecer os pontos mais badalados de Belém e os pontos turísticos desta linda cidade e vocês estão todos convidados a  visitar a vontade  com segurança e tranquilidade.


    Meu objetivo é justamente mostrar a vocês cada cantinho do Brasil, sei que meus leitores estão curiosos para saber e conhecer  sobre a famosa Cidade das Mangueiras - Belém do Pará, no Norte do Brasil. Então, venham conferir de perto nossas belezas naturais.



    Foto: Laudy Beckman / Onça Pintada
    O Museu Paraense Emílio Goeldi como é chamado no Brasil, localizado em Belém do Pará, especificamente na Av. Governador Magalhaes Barata, 376 - São Bráz, é um local para os animais, rodeado de árvores e plantas, o museu abriga diversos animais da fauna e da flora brasileira, é engraçado que os animais acabam se acostumando com a rotina dos Museus (Zoológicos), e eu podia perceber que alguns faziam poses, caras e bocas para que os visitantes conseguissem tirar a melhor foto deles, claro! nem todos são apaixonados por foto, por exemplo, a onça pintada ficou tão nervosa, que quase urinou em um senhor que estava a poucos metros distante do cativeiro dela, mas eu já havia desconfiado do comportamento daquela onça, ela parecia pensativa e preocupada e andava pra lá e pra cá, parecia que ela estava planejando alguma coisa, e não é que ela estava planejando mesmo! Hehehe! Que menina (Onça) atrevida!


    Legal ver as crianças divertindo-se e ficarem impressionadas com os animais, logo na entrada a espera na fila para visitar alguns lugares super interessantes e observar os comportamentos dos animais e da criançada também, algumas crianças ainda na fila de entrada, já estavam com medo de entrar no museu, normal de algumas crianças, eu tentei registrar tudo e o melhor possível para mostrar com todo carinho o Museu para vocês. É bem legal que os animais ajudam na hora que você vai fotografá-los. Esse comportamento deles é um complemento para mais emoção nas suas fotos. 


    Alguns animais são dóceis e outros mais selvagens, cada um com seu estilo e temperamento natural que fazem do Museu um lugar único e encantador. Com apenas R$ 3,00 (Três reais) até o presente momento (os preços podem sofrer alterações, por gentileza sempre conferir os valores reais, pois, até o preço estipulado  no site do museu esta errado, então é melhor ligar para conferir mesmo), você pode visitar e conhecer mais as especies da Amazônia. Claro! que nem todos os animais estão no Museu ou (Zoológico), nem todos, mas alguns estão bem pertinho de vocês e podem conferir vindo visitar o Museu também.Quem tem carteira de meia-passagem pode aproveitar por R$ 1,50 (Um real e cinquenta centavos) por pessoa, verdade, verdadeira! E o mais legal, é que as crianças não pagam. então não tem desculpa de não levar seus filhos para conhecerem esse lugar no centro de Belém, sem falar na segurança do local e o ambiente bem agradável.

    Teve um episódio bem interessante que aconteceu, o menino com mais ou menos 3 anos de idade , estava próximo do cativeiro dos macacos, mas ele estava brincando no seu triciclo, e os macacos tão empolgados com os visitantes que estavam presentes, que eles derrubaram a vasilha de alimentação, que logo caiu no chão e todos ficaram assustados, e o pequenino menino dirigiu tão rápido o triciclo dele e gritou: - Mamãe quero ir pra casa! Hahaha! Nada legal, não é pessoal? Mas na hora eu só faltei morrer de rir do episódio engraçado. Sorry! Foi tão inesperada a reação do macaco que assustou todo mundo, inclusive eu!


    Foto: Eloiza Beckman / Castelinho
    Há varias espécies que integram o Museu Paraense Emílio Goeldi e enriquecem ainda mais  esse espaço, depois de verificar algumas espécies que estavam lá, eu não vi a espécie humana presa lá dentro, para ver se é bom manter os animais presos. Hehehe! Estou falando a mais pura verdade! Deve ser extremamente estressante passar o tempo todo preso. Até nós, seres humanos, necessitamos algumas vezes e várias vezes de lugares que faça-nos sentirmos livres, imagine os animais! Fora esse detalhe, foi muito bom rever meus  queridos amigos no Museu (Zoológico), até  minha irmã estava lá, a anta!


    Andando mais um pouco, eu nós encontrei o imenso jacaré, calma pessoal! Ele estava preso em uma grade de proteção, com uma cerca dentro de um lago, parecia dormindo ou esperando o momento certo para atacar. Hahaha! Parece filme de terror! O tamanho dele me deu medo, eu fiquei com tanto medo, que só fiquei alguns minutos olhando e não tive coragem de ficar mais. Eu sou Frouxa, né? Eu concordo com vocês. Nada disso! Eu só não queria ver ele fazer o que a onça pintada fez, hahaha! Parecia que a qualquer momento ele iria acordar.


    Foto: Laudy Beckman/   Urubu-rei
    Mais uma caminhada, eu encontrei o Urubu-rei, sério e de pouco papo, sujeito preto, com cabeça vermelha e algumas penas brancas, que parecia um cobertor cobrindo suas costas. 



    Continuei caminhando para encontrar mais animais e eu encontrei a cutia - um roedor de pequeno porte, que andava solta pelo chão e se escondia entre as plantas, que linda! mas parecia assustada e estava se escondendo quando alguém aparecia. Eu tentei ir atrás dela, mas que nada! Eu não  conseguir alcançá-la, ela não morde mas é um animal arisco, parece um rato mas é bem maior que um rato.


    O que me empolgou bastante foram os macacos, eles foram tão animados e divertidos que pareciam estarem em trapézio, fazendo malabares. Hahaha! Eles também se divertem com os visitantes, ouvir um guri (menino) falar, agora ficou mais divertido. Crianças gostam de aventuras e dramas mesmo, algo que dê mais emoção, nada muito melancólico.

    E vocês nem podem imaginar quem eu encontrei lá, algumas índias, com seus trajes simples, seus corpos pintados e elas estavam fazendo desenhos nos visitantes, não é sempre que você encontra os índios no Museu, e atenção! Elas não estavam presas em jaulas e nem nuas, elas estavam mostrando o trabalho delas para os visitantes, porque na semana do dia 19 de Abril de 2016, era a semana das homenagens ao dia do Índio. Por isso tive a sorte de encontrar-las lá. Pois eu só conhecia mesmo em fotos de livros , na TV e nos jornais. Elas desenhavam os símbolos indígenas na pele dos visitantes. E parecia tatuagem mesmo!

    Foto: Eloiza Beckman/ Arara / Figura: 1

    Foto: Eloiza Beckman / Arara / Figura: 2 
    Foto: Eloiza Beckman / Arara/ Figura: 3 


    Foto: Eloiza Beckman / Arara / Figura 4 
    Depois de rodar todo o museu, eu já estava tonta e me depararei com essa fofura que estava solta no Museu, quanto charme e simpatia foi ver as araras, sempre românticas e chamativas pelas penas vibrantes que embelezavam o ambiente com tantos coloridos cobrindo seu corpo, note nas sessões de fotos das figuras 1-3, que uma Arara atrevida se aproximou perto do local que eu estava fazendo pose para minha irmã Eloiza tirar minha foto, quando ela percebeu que eu estava sendo fotografada, ela veio também participar do cenário para capturarmos uma boa imagem na minha foto. Que honra! Quanta inteligencia! Eu não sei se ela gostou dos meus óculos ou a cor rosa da minha blusa, mas ela se aproximava para pousar também para as fotos, e eu querendo concorrer com ela, mas ela roubou a cena toda, que gracinha! hahahaahh! Agora acompanhe na figura 4, a satisfação e o estilo dela sendo fotografada, essa merece ser capa de revista! Eu estava imaginando que ela poderia subir no meu cabelo, as minhas irmãs gritaram: - Ela esta subindo no seu cabelo e eu rápido virei pra verificar, mas era só brincadeirinha delas, hahaha! Perfeito momento!!!!




    GALERIA DE FOTOS DO MUSEU EMÍLIO GOELDI


    Foto: Laudy Beckman / Lago dos Guarás 


    Foto: Laudy Beckman /  Araras
    Foto: Laudy Beckman /     Araras



    Foto: Laudy Beckman / Macaco



    Foto: Laudy Beckman /  Lago dos Guarás
    Foto: Laudy Beckman / Passarela do Museu


    Foto: Laudy Beckman / Macaco


    Foto: Laudy Beckman / Lago dos Guarás
    Foto: Laudy Beckman /     Jabuti


    Foto: Laudy Beckman /     Bicho Preguiça  



    Foto: Laudy Beckman /  Anta


    Foto: Laudy Beckman  /   Repouso dos Guarás



    Foto: Laudy Beckman   /  Guará



    Foto: Eloiza Beckman /  
    Laudy, treinando com arco e flecha.

    sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

    Conheça as diferentes formas de curtir o Carnaval no Brasil.





    Vídeo do Carnaval no Brasil


    O Carnaval é uma das festas mais populares e mais animada do mundo, tendo origem no entrudo português. Em épocas passadas as pessoas jogavam uma nas outras água, ovos e farinha. Esta festa acontecia em um período anterior a quaresma, dando ênfase a liberdade de expressão.


    O Carnaval acontecia em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias caracterizando personagens europeus como a colombiana, o Pierrô, o Rei Momo tornando-se populares também no Brasil. Esses eram os tipos de festas que aconteciam na França e na Itália e chegaram ao Brasil por volta do século XVII.

    Foi no século XIX, que começaram a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos corsos tornando-se populares no inicio do século XX. As pessoas se divertiam fantasiando-se, decorando seus carros e saiam pelas ruas das cidades, dando origem aos carros alegóricos representando as escolas de samba.


    As máscaras de carnaval, na loja de artesanato.
    Olinda- Pernambuco- Brasil. 





    Foi no século XX, que o Carnaval no Brasil tornou-se popular, devido as famosas marchinhas carnavalescas, tornado-se o Carnaval mais animado e contagiante.

    A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar, criada pelo sambista Ismael Silva e logo depois tornou-se Estácio de Sá. Este foi o primeiro incentivo para que novas escolas surgissem, organizadas em Ligas de Escolas de Samba. Iniciaram-se neste período os primeiros campeonatos de escola de samba para escolher a melhor dos destaques nos desfiles.


    O Carnaval com todos os seus excessos, celebrado como um acontecimento profano, pode ser considerado um ato de despedida aos prazeres da carne. Isso geralmente acontece em fevereiro, o mês mais quente no hemisfério sul, quando o verão do Rio está em seu pico.

    Há celebrações de carnaval em praticamente todos os cantos do Brasil, sendo os mais conhecidos em Recife, juntamente com a vizinha Olinda e Salvador. Mas o Carnaval maior e mais famoso é, sem dúvida, o Carnaval no Rio de Janeiro.

    No Brasil você pode encontrar várias opções de diversões no Carnaval e em cada região se diferencia com cada cultura nativa em ritmos diferentes e criatividade de cada povo, não perdendo a essência e o objetivo da festa carnavalesca que é a livre expressão, com muita diversão, alegria, animação e folia.

    Ruas de Olinda - Pernambuco - Brasil
    Este ano, em Belém do Pará, o Carnaval foi só alegria, muita cor e muito brilho, eu pude participar pela primeira vez do Bailinho de Carnaval junto com meu cunhado Arthur e minha irmã Ana, evento realizado na Estação das Docas para as crianças se divertirem e claro acompanhadas de seus familiares, que capricharam nas fantasias. O clima foi só alegria,  diversão e muita brincadeira bacana no bailinho das crianças, foi muito interessante ver as crianças se divertindo com seus familiares e o mais incrível de tudo é que os adultos respeitavam os espaços das crianças, muito lindo isso! A alegria estava estampada em cada olhar e no sorriso de cada criança. A Estação das Docas estava lotada e não parava de chegar mais pessoas para aproveitarem a folia do carnaval. O clima foi de total segurança e harmônia, os brincantes se divertiam ao som da musica mecânica, bateria do Rancho e a animação do Tio Chocolate. Com certeza, retornarei ano que vem para compartilhar a alegria e cair na folia.



    Loja de artesanato em Olinda- Pernambuco - Brasil

    Além dos bailes de Carnaval, em cada canto do Pará você pode encontrar a animação dos blocos carnavalescos. A Aldeia Amazônica no bairro da Pedreira abriu alas para os desfiles das Escolas de Samba, as mais conhecidas são o Império de Samba Quem São Eles, A Associação Carnavalesca Bole-Bole, o Império Pedreirense, o Racho Não Posso me Amofiná, e entre outras escolas de samba que fazem a alegria dos desfiles em Belém.

    Existem também os blocos de Carnaval que fazem a cabeça dos foliões pelas ruas de Belém e a festa não tem hora para acabar. Assim também como os bailes de Carnaval em ambientes fechados como boates, salões de festa. E a animação continua neste ritmo em cada canto do Brasil.

    A sombrinha do Frevo alegra a loja de artesanato,
    Olinda - Pernambuco - Brasil
    O famoso bloco pretinho do mangue é muito criativo e divertido e faz a alegria do Carnaval de Curuçá, os foliões se caracterizam cobertos com lama, um tipo de bloco ecológico que tem como tema principal a preservação do meio ambiente, homenageando os manguezais e os caranguejos da região.
    Já em Vigia, região nordeste do Pará, já é tradição os foliões animarem a todos vestidos de mulher e só podem participar homens formando o bloco "As Vigienses".
    Na terra do carimbó não podia faltar a sensualidade e a alegria do carimbó que diferencia o Carnaval de Marapanim, com um ritmo forte e contagiante do trio elétrico Carnarimbó, que alegra os foliões ao som do carimbó.
    Na Ilha de Mosqueiro, o Carnaval sacode a todos com blocos carnavalescos e desfiles de  escolas de samba.

    Em regiões no nordeste do Brasil como em Recife no estado de Pernambuco, ainda se manteve os tradicionais Carnavais de rua no ritmo do Frevo e o Maracatu. O destaque são para os bonecos gigantes que invadem as ruas de Olinda e encantam a todos na folia.

    Bonecos gigantes de Olinda -
     Pernambuco- Brasil
    Eu estive em novembro de 2015 em Pernambuco, para ver de perto as ruas de Olinda e Recife, local que é palco das festas carnavalescas e os blocos de rua, por onde você passa é muito forte os registros do carnaval na cidade, as ruas todas alegres e as casas pintadas de cores vibrantes mostra que realmente o Carnaval faz presença na vida dos pernambucanos. Recife é uma boa opção para quem gosta de agitação, um dos pontos fortes em Recife são os blocos de ruas que saem em grupos nas ladeiras de Olinda e contagiam os foliões com as marchinhas de Carnaval embalados pelos ritmos do Frevo e o Maracatu. Eu conheci o Mercado da Ribeira e vi de perto os famosos bonecos gigantes que fazem a cabeça do Carnaval de Olinda. Quando eu entrei no mercado eu já comecei a contagiar-me com o ritmo do Frevo, que estava tocando naquele momento, eu já me sentia no carnaval ali mesmo, tentei arrastar os pés com alguns passinhos para aprender a dançar o Frevo com o auxilio do meu guia Wellington, mas mesmo assim eu não conseguir aprender os passos, eu necessitava de mais treino, e em uma simples tarde eu não conseguiria aprendê-lo, pois o Frevo tem vários passos e necessita de muita disposição e energia, mesmo eu arrastando o chinelo eu cansei, imagine se eu descesse as ladeiras das ruas de Recife dançando o Frevo. Ufa! Eu ainda pude acompanhar um ensaio de carnaval  próximo da faculdade FOCCA, um grupo de jovens estavam ensaiando no exato momento que eu passei. Legal conhecer novos ritmos e cada cultura do nosso país. Caminhando nas ruas de Recife eu encontrava por todas as partes os bonecos  nos telhados das casas e máscaras enfeitavam as frentes das casas e de algumas lojas,  isso é muito marcante   em Recife.

    Em Salvador, os baianos se divertem em um ritmo contagiante dos trios elétricos que agitam a todos os foliões através de musicas dançantes de cantores e grupos típicos da região, destacando-se os blocos negros como o Olodum e o IIeyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé, filhos de Gandhi.




    O samba paulistano foi influenciado por outros ritmos fortemente percussivos e trazia na sua melodia a marca do momento histórico e da repressão policial sofrida pelos sambistas. A origem geográfica das manifestações de samba em São Paulo está intimamente ligada às zonas fabris.

    A tradição carnavalesca paulistana era centralizada nos desfiles de cordões (atualmente chamados desfiles das escolas de samba) que ocorriam paralelamente e em harmonia com outras manifestações carnavalescas do quadro cultural paulistano.

    Na década de 50, começaram a surgir as primeiras Escolas de Samba, inspiradas nas agremiações do Rio de Janeiro. O primeiro desfile não oficial aconteceu no Ibirapuera, em 1955.

    Em 1968, ocorreu o primeiro desfile oficial das Escolas de Samba, realizado na Avenida São João. A partir daí, e com o apoio da Prefeitura Municipal de São Paulo, o Carnaval paulista não parou de crescer.






    O Carnaval do Rio de Janeiro são considerados  um dos maiores Carnavais do mundo, tem toda uma estrutura e é caracterizados por grandes desfiles na Avenidas principais destas regiões. pesar do Carnaval ser comemorado em cidades e vilas por todo o Brasil e outros países católicos, o Rio de Janeiro é considerado a capital mundial do Carnaval. O Carnaval do Rio não é apenas o maior Carnaval do mundo, mas também  um ponto de referência contra o qual todos os outros são comparados. O Carnaval é um dos mais interessantes eventos artísticos do Planeta. Quase todo mundo já ouviu falar do Carnaval carioca. Além de receber turistas de todos os estados brasileiros, o Rio também recebe milhares de visitantes estrangeiros que soma cerca de 500 mil por ano.   O Carnaval teve um longo caminho desde que foi trazido para o Rio, tendo se tornado um dos maiores eventos do mundo. Um dos mais recentes desenvolvimentos importantes foi que o maior desfile de samba do mundo foi levado para uma área especialmente construída para este fim, o Sambódromo.